23 abril 2011

Planeje-se!

Um dia desses ouvi uma pessoa dizer que não faz planos para o futuro porque não sabe o que vai acontecer no dia de amanhã.
Achei essa fala um tanto incoerente, pois penso que talvez ela não saiba o que vai acontecer amanhã justamente pelo fato de não fazer planos para o futuro...
Somos todos seres mortais e sabemos que mais cedo ou mais tarde, de uma forma ou de outra nossas vidas serão extintas, mas essa não pode ser uma idéia fixa e não pode ser a única força que nos move na vida, pois caso seja ela só nos moverá a nada fazer. Ficaremos parados aguardando o fim chegar...
Creio que precisamos projetar o futuro, fazer planos, pois o planejamento poderá ajudar a garantir a qualidade de vida!
Sinto que quando nos falta o planejamento, quando não temos a visão de futuro, a vida nos parece banal. Olhamos as coisas com olhos habituais, com olhos de monotonia. Tudo parece sem sabor... 
Nos falta emoção, admiração!
Precisamos encarar os momentos da vida como se fossem únicos e últimos!
Aprender vivenciar cada momento com a emoção da primeira vez e com a vontade de eternizar que se sente quando você sabe que é sua última chance...
Temos que parar de criar espectativa, nos desprender das possibilidades, do "se..." que nos impede de fazer tantas coisas, temos que nos livrar da segurança do "vou ali e volto já", pois quando voltar as coisas podem ter mudado e muito, ou quem sabe eu posso nem voltar...
A vida é muito curta para querer pensar no que fazer, faça o que tiver que ser feito e faça bem feito!
O  futuro a Deus pertence, mas faça planos para o futuro, pois se Deus permitir, quem viverá esse o futuro será você!

19 abril 2011

Ação e Reação

Dizem por aí que não devemos fazer algo esperando a troca, a meu ver isso uma grande falácia.
Isso porque sempre que se faz algo a alguém espera-se um retorno, principalmente no que diz respeito ao campo sentimental.
Pensemos no âmbito dito irracional: os animais quando são acariciados nos dão respostas carinhosas, por exemplo os gatos, os cães (falo aqui dos animais domésticos e domesticados, é claro!). Até eles, que são ditos "irracionais" quando são tratados com carinhos respondem carinhosamente.
Então, porque não esperar um gesto de afeto quando demonstro afeto por alguém?
Da mesma forma deveria acontecer com outras atitudes, por exemplo, gentileza, educação, respeito, etc.
É o conceito da 3ª Lei de Newton - Lei da AÇÃO e REAÇÃO - Você age de uma maneira e espera que as pessoas reajam da mesma maneira, devolvendo-lhe a mesma atitude.
Porém, não é o que acontece na maioria das relações que se estabelecem cotidianamente. Seja no ambiente de trabalho, em casa, no trânsito, as pessoas estão sempre se destratando e na maioria das vezes justificam suas atitudes na correria, na pressa, o que não é justificativa aceitável visto que dizer palavras gentis como Bom dia!, Obrigado(a), Desculpe, ou simplesmente evitar um palavrão, não consomem tanto tempo assim e ainda podem nos gerar respostas gentis e um clima que nos garantirão boas energias para o dia, melhorar o convívio no ambiente de trabalho, em casa, onde for.
É certo que toda relação depende de mais de um ser, por isso chama-se relação - trata-se de um vínculo, uma conexão, e por isso não dá pra ser de um só ser.
Porque não manter um convívio saudável nestas relações?
Toda relação é baseada na lei da troca - AÇÃO e REAÇÃO - eu dou e você devolve - pode ser até a mesma moeda, mas tem que ter devolução e esta tem que ser na medida que você julgar conveniente.
Caso não esteja nesta medida, negocie! A melhor forma de negociação é o diálogo.
Então, porque não tratar as pessoas bem para que elas retribuam da mesma maneira?
A saúde e a longevidade do relacionamento está na base em que ele foi construído e na capacidade de diálogo das partes nele envolvidas.
O mundo seria melhor se em toda relação existisse AÇÃO e REAÇÃO com estes resultados = educação gera educação, gentileza gera gentileza...
Talvez seja uma Utopia... Quem sabe um dia...

18 abril 2011

Mensageiros...

Já dizia o ditado "Deus escreve certo por linhas tortas..."
Pois eu usaria outro ditado: Deus usa pessoas tortas pra dizer palavras certas...
Sabe porque? É que nos momentos de angústia, muitas vezes nos vemos sem direção, em busca de uma luz no fim do túnel e muitas vezes quem nos acende esta luz é a mão que menos esperamos. Sempre temos aquele amigo, confidente, que nos dá apoio nas horas difíceis e que sabe nos confortar, mas e se de repente você conta um pouquinho dos seus problemas para uma pessoa que não sabe muito sobre você e esta pessoa te surpreende falando sobre coisas que você não imaginava que ela falaria?
Como reagir? Eu, particularmente, me surpreendi muito com uma pessoa muito especial que cruzou meu caminho um dia desses.
O que ocorre é o seguinte, trabalhamos juntos mas sabemos muito pouco um do outro, certo dia, na hora de um intervalo estávamos juntos tomando um café e esta pessoa me indagou por que estava desanimada e eu, sendo monossilábica, disse por alto o que estava havendo...
Ele, sem rodeios, me disse coisas lindas sobre Deus, orações, bençãos, etc...
Fiquei um tanto surpresa porque mesmo não tendo o hábito de julgar as pessoas pela aparência, ao vê-lo não o apontaria como sendo uma pessoa adepta ou seguidora de qualquer seita ou religião.
Ele tem um ar despojado, um tanto largado, descontraído, não parece estar vinculado a nenhum dogma religioso, se é que você me entende...
Só eu sei o quanto suas palavras me soaram bem naquele dia! Me foram tão encorajadoras, confortadoras! A partir deste dia percebi que, nesses momentos de angústia, Deus coloca em nossos caminhos mensageiros, ele usa pessoas para nos dizer as palavras que nos trarão o conforto necessário. Talvez não serão as palavras que queremos escutar, mas sim palavras que nos esclarescerão, nos ajudarão a solucionar os problemas que até então nos pareciam insolúveis...
Gostaria de cultivar ao meu lado mais pessoas com tal energia!
Para pessoas como estas, os mensageiros de Deus, eu desejo muita Luz, muita vida!
Agradeço por ter cruzado meu caminho!
Vida pra você!

12 abril 2011

A vida é minha, mas a culpa é de quem?

Talvez, ao longo da sua vida, você já tenha passado por uma fase ruim, daquelas em que você acha que o Universo conspira contra você. Ou uma daquelas situações em que você acha que algo ou alguém está empacando sua vida, atrapalhando o seu progresso, ou mesmo que alguém jogou uma praga, uma "urucubaca" ou seja lá o que for, e que nada do que você faça dá certo...
É, essas coisas acontecem com todo mundo...
As fases ruins acontecem, mas elas passam...
Há uns dias eu estava refletindo sobre isso e cheguei à conclusão de que tudo é uma questão de força das palavras e da forma como lidamos com o fato.
Sabe por que?
Por que estamos habituados a sempre procurar culpados para tudo! Sempre que nos deparamos com um problema, o primeiro impulso é apontar um culpado, um "causador", mas nunca fazemos o que deveríamos, nunca procuramos uma solução.
Observe pelo seguinte ângulo: Se eu mentalizar que as coisas vão mal na minha vida e alegar que o que está acontecendo é culpa de uma terceira pessoa que está "energizando negativamente" a minha vida, eu nada poderei fazer contra isso e simplesmente continuarei afirmando que a culpa é dela! Enquanto na verdade, o que eu deveria fazer era observar o que vai mal, procurar a causa raiz do problema e procurar agir de maneira diferente, para ter um resultado diferente.
Se a minha vida vai mal, o problema é meu e é a minha ação que poderá mudá-la, não adianta ficar procurado e apontando culpados!
Nos dias em que eu estava refletindo sobre isso eu estava navegando na net e me deparei com uma mensagem do Luís Fernando Veríssimo que ilustra muito bem o que estou dizendo.
Segue a mensagem:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda"."

Talvez valha a pena refletir um pouquinho sobre a postura que assumimos diante da vida...
A vida muda quando a gente muda!

09 abril 2011

Celebrando!

Este é um fim de semana muito especial para mim!
Vou contar uma história... Uma longa história...
Em Abril do ano passado eu estava curtindo terceiro mês da minha licença maternidade até que na madrugada do dia 08 para o dia 09 (de quinta para sexta-feira), enquanto eu estava dormindo, eu tive uma forte dor de cabeça que me fez acordar.
Acordei, apertei o braço do meu marido e disse: "Ai, que dor de cabeça!" e não me lembro de mais nada... Segundo o meu marido, eu me deitei de bruços e entrei em convulsão.
Seguiu-se uma jornada... Chamaram os Bombeiros, que me levaram para uma "UAI" e de lá, após horas de embromação e depois de uma médica dizer que eu poderia ser levada para casa e ser mantida em observação, pois não havia necessidade de internação, me encaminharam para um hospital particular, já que eu tenho convênio médico.
Tudo foi facilitado por uma vizinha, que Graças a Deus é enfermeira e estava de plantão na UAI naquela noite, porque acho que se não fosse por ela, talvez eu já não estivesse aqui para narrar esta história...
Depois da liberação da UAI, chamaram então uma ambulância e me levaram para um hospital particular. Chegando lá, fui encaminhada para a sala de tomografia e após a realização do exame, identificaram um aneurisma que já estava gotejando e isso significava que precisavam tomar providências urgentemente!
Então, no dia 09/04 (sexta-feira), passei o dia todo na UTI do hospital, sendo preparada para um procedimento que poderia vir a ser realizado caso a minha família autorizasse.
Neste dia, o médico explicou aos meus familiares todo o procedimento que seria realizado e o que poderia acontecer. Hoje, todos me contam que foi uma decisão muito difícil, pois o médico deixa claro que tudo pode acontecer e faz questão de enfatizar o lado negativo, por exemplo, após uma cirurgia com tal complexidade, o paciente pode não acordar, pode acordar, mas ter sequelas motoras, na fala, na memória, etc.
Após todas as explicações, SIM, foi a resposta dada e por isso, no dia 10/04 (sábado) passei por uma longa cirurgia - duração aproximada: 10 horas.
Seguiu-se aí uma longa jornada para minha família de idas e vindas ao hospital para me visitar enquanto eu estava na UTI. Além é claro, da tensão do que poderia acontecer: será que eu acordaria? Ficaria com alguma sequela da cirurgia? - Saí da UTI no dia 21/04, logo após a retirada dos pontos da cirurgia.
Estava bem, reconhecia a todos, já tinha voltado a conversar, um pouco rouca por causa da entubação, mas a voz começava a ser ouvida... Tudo estava bem, mas eu seria mantida em observação mais uns dias (não me falavam quantos) em uma ala de isolamento do hospital.
Certo.
Momentos difíceis. Sem visitas, somente familiares, mesmo assim, todos tinham que usar proteção nas roupas, luvas, máscaras.
Desagradável.
Mas eu estava viva! Isso era o que mais importava! E eu queria muito era ver o meu bebê, mas ainda não era permitido, afinal eu estava em isolamento.
Minha mãe havia ficado responsável por ele em casa e o meu marido, que havia pego dispensa no trabalho, ficava comigo no hospital. Quando ele voltou a trabalhar, meu pai passou a me fazer compania durante o dia no hospital e meu marido vinha à noite pra dormir comigo.
Longos dias se passaram. Tudo estava indo bem, eu já estava caminhando, fazendo exercícios de fisioterapia de pé, me alimentando muito bem e até já falavam em uma possível alta, até que...
No dia 05/05, durante uma conversa com a psicóloga do hospital, eu tive uma outra dor de cabeça, semelhante à primeira. Senti a dor, falei a mesma coisa: "Ai, que dor de cabeça!" e não vi mais nada...
Quando eu acordei, adivinhe onde eu estava? Sim... Na UTI...
Tive uma sensação horrível de que estava começando tudo de novo...
Não seria possível!
Refiz exames e constataram que o surgimento de um hematoma, no lado oposto à cirurgia foi o causador deste novo episódio convulsivo. Não era motivo para pânico, mas eu seria mantida em observação na UTI durante mais uns dias. Ficar na UTI sem sedação não é nada fácil. Você presencia cada cena... Mas não vem ao caso aqui e também não vinha naquele momento. Eu só agradecia por estar viva e pedia bençãos pelas vidas que ali estavam, sejam os internados ou os que trabalhavam por eles.
Saí de lá no dia 07/05.
Depois que saí da UTI voltei para o quarto, agora já estava fora do isolamento. Era uma paciente comum, que poderia transitar livremente nos corredores durante a caminhada, poderia receber visitas, os enfermeiros não precisavam mais entrar com todos aqueles aparatos de proteção no meu quarto. Era bom me sentir uma pessoa comum de novo!
Uma coisa me apertava o coração: Eu havia me tornado mãe há pouco tempo, estava se aproximando o dia das mães e eu estava há tantos dias longe do meu filho! 29 dias vendo-o somente por fotos! Elas estavam espalhadas até nas paredes da UTI, mas nada supria a vontade de vê-lo, tocá-lo, abraçá-lo...
Como tinha saído da UTI e já não estava no isolamento, minha família comentou com o médico sobre a possibilidade de trazê-lo ao hospital no Dia das Mães para que eu pudesse vê-lo. Ele autorizou de pronto. Disse que não poderia negar tal pedido.
Não o levaram no Domingo, mas no sábado mesmo! Já que estava autorizado, que fosse logo!
A sensação daquele momento é indescritível! Ele havia crescido e engordado bastante naquele mês em que eu estive ausente! Eu não poderia pegá-lo, já que estava com soro, estava fraca, mas eu estava perto dele!
Tinha medo de que ele não se lembrasse de mim, mas ele se lembrou. Eu conversava com ele como fazia antes e ele reagia como antes, mas às vezes olhava para minha cabeça, percebendo a diferença existente entre a mamãe de antes e a mamãe de agora. É que antes da cirurgia eu estava com os cabelos compridos e naquele momento a cabeça estava quase raspada.
A semana seguinte se passou na tranquilidade. Sem contratempos. E por isso, como havia sido programado, eu recebi alta no sábado, dia 15/05.
Voltei para casa e logo estava de volta à minha vida e às minhas atividades (trabalho, casa, rotina, etc).
Hoje, exatamente um ano depois, sinto-me grata por ter passado por tudo o que passei, ter sobrevivido e não ter nenhuma sequela.
Do que aconteceu, eu não trago somente as cicatrizes. Elas são somente as marcas do que se passou. Existem também aquelas cicatrizes que ninguém vê... Isso. Tenho as cicatrizes visíveis da cirurgia, que estão discretamente cobertas pelo cabelo, mas trago também algumas cicatrizes emocionais, e estas, estão muito evidentes somente para mim e não há necessidade de espelho para que eu possa vê-las, pois as sinto a todo momento. Trata-se de uma sensibilidade com a qual ainda estou aprendendo a conviver e que sei que jamais vou conseguir fazer com que as compreendam.
Tudo o que aconteceu mudou muita coisa em minha vida, principalmente a forma como eu vejo, sinto e interpreto as coisas.
Me ensinou a pedir e a agradecer.
Mudou o meu valor de vida, de mundo, de pessoas.
E eu que achava que tinha bons costumes e valores, hoje os mudei e sei que ainda preciso melhorar e muito!
É vivendo que se aprende! Ainda bem...

08 abril 2011

Dói em nós... Mas não nele!

Impossível não comentar aqui a minha sensação sobre o ocorrido ontem no Rio de Janeiro.
Como é possível acreditar e aceitar que um cidadão possa entrar armado em uma escola pela manhã e simplesmente atirar contra os alunos que estão dentro de duas salas de aula?
Como tentar entender o que se passava na cabeça daquele cidadão e o que o fez agir de tal maneira?
Estaria ele sob o efeito de algum entorpecente ou alucinógeno?
Bom, pelas imagens e pela habilidade e agilidade demonstradas no ato cometido, ele parecia estar bem lúcido e bem seguro do que estava fazendo.
Porque cometeria este ato brutal?
Por vingança?
Vingar-se daqueles adolescentes? O que eles teriam feito a ele? Vingar-se porque? Pelo que parece não havia relação entre os adolescentes escolhidos como vítimas e o autor dos disparos. As vítimas foram escolhidas aleatoriamente.
Estaria o autor sofrendo demais e a atitude foi um ímpeto de descontrole emocional?
Não... Está claro que foi tudo previamente planejado e nehum sofrimento pelo qual o autor estivesse passando justificaria a brutalidade do crime cometido. Porque? Porque sabe-se que ele era adotivo, que sofrera perdas de entes queridos recentemente, mas esta era uma carga de sofrimento dele! Este era o SEU sofrimento!
Enquanto poderia procurar ajuda para aliviar a dor de seu sofrimento, ele simplesmente provocou o sofrimento em inúmeras outras pessoas e colocou um ponto final em muitas histórias que estavam apenas no começo.
Isso gerou alívio a ele? Melhorou a vida dele? Ele deixou de sofrer gerando o sofrimento dos outros?
Nós não sabemos e não saberemos... Nem ele!
Afinal, para o forte a melhor forma de eliminar a dor é a superação, a cura!
Mas para o fraco, a melhor forma para elimiar a dor é a auto-eliminação...

06 abril 2011

Eu avisei...

É... Eu tinha avisado ontem que uma hora ou outra ia estar tudo diferente por aqui... Eu só não esperava que seria tão rápido nem que fosse TUDO TÃO diferente!!! hahaha
Explico o motivo das mudanças:
Vou começar explicando a mudança do Template: quando optei por aquele template, foi pela sobriedade e na verdade foi esse mesmo motivo que me fez desistir dele. Dei preferência a uma temática mais feminina, mais doce, mais romântica e que expresse melhor a essência das minhas emoções.
Além disso, estava achando tudo muito formatado, encaixotado - o lance de ter os 4 temas (Atos, Fatos, Relatos e Devaneios) estava delimitando a temática do que eu ia escrever e muitas vezes, já na hora de escrever eu me via tentando encaixar o texto em uma das páginas e não conseguia, por isso resolvi eliminá-las. O título do Blog continua sendo o mesmo, pois estas palavras continuam resumindo com perfeição o conteúdo postado no Blog, mas não haverá delimitação de páginas. O conteúdo será descrito na página inicial, o que o torna de mais fácil acesso.
Bom, as mudanças foram muitas, mas eu, particularmente estou mais satisfeita com o resultado final.
Continue sentindo-se bem-vindo!

05 abril 2011

Justificando o injustificável...

Hoje mesmo coloquei na página inicial do blog um post justificando a minha ausência aqui...
É, o que ocorre é que eu e o meu filho temos, há umas duas ou três semanas revezado numa maré de doenças que tá bem difícil de entender, explicar e curar... Tudo começou com uma gripe muito forte que me pegou, depois foi uma bronquite que o atacou e agora uma virose me abateu e enfraqueceu de vez...
Mas já estou me sentindo melhor e amanhã eu volto a trabalhar. Tomara que esta seja a última da lista e que eu possa reassumir a minha função com a energia com a qual eu comecei, por que de uns tempos pra cá tenho fraquejado e demonstrado ser uma Carolina que na verdade não sou.
Mais um motivo que me fez me afastar do blog é que, como eu já imaginava, depois que construí o blog eu não parei de bisbilhotar nos layouts que existem por aí e, embora possa ser cedo, já estou desgostando do layout do meu blog. Mas não perdi a vontade de escrever e isso significa que o blog continuará existindo. O que pode acontecer é que de repente tudo pode mudar por aqui, pois a minha vontade tem sido mudar tudo por aqui, desde o template até a disposição dos elementos da página, mas não tenho tido muito tempo pra começar tudo de novo... toda aquela saga de escolher template, fonte, etc...
De repente, numa madrugada em que a insônia atacar, estarei eu aqui fazendo estas escolhas e aí veremos o resultado final... Enquanto isso não acontece, continuarei escrevendo neste aqui e fazendo algumas alterações aqui ou ali...

Ausência

Estou ausente do Blog pois tenho tido alguns problemas ora relacionados à minha saúde e ora relacionados à saúde do meu filho.
Assim que possível estarei de volta com algumas novidades!
Tomara que as coisas não demorem a voltar à normalidade!
Até breve!