Melancolia, tristeza, dor.
Tem coisas que não são explicáveis.
Não são visíveis.
São apenas sensíveis.
Medo, carências, frustrações.
Tem coisas que não são domáveis.
Não são visíveis.
São apenas sensíveis.
Alegria, desejo, amor.
Tem coisas que não são controláveis.
São visíveis, sensíveis e divisíveis!
Compartilhe!
Carolina Ruvieri Silva
29 março 2011
Valorize o Bom e Compartilhe-o!
28 março 2011
Se você quer um resultado diferente, faça algo diferente!
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Esta tarde, eu estava retornado do trabalho para casa e presenciei uma cena muito comum aos olhos de quem utiliza o transporte público.
Imagine a cena: quase 17:30, horário de superlotação em todas as linhas de ônibus que trafegam pela cidade. Já no Terminal Central (local de trânsito de milhares de pessoas neste horário) comecei a observar um rapaz que, falando ao telefone, preferiu sentar-se ao ficar na fila, junto aos demais passageiros que esperavam o ônibus. Observava a atitude do rapaz, dos demais passageiros e ficava pensando: "quando o ônibus chegar, ele rapidamente se desloca dali até aqui e entra na frente das inúmeras pessoas que aqui estão a esperar de pé..." Isso estava óbvio, acontece todos os dias!
E adivinhem? Dito e feito!
Entrei no ônibus. Ele, entrou na minha frente, é claro! Não tinha condições de medir forças com ele, nem era esta a minha intenção ou pretenção.
Acontece que sentamos lado a lado e ele passou a viagem inteira conversando ao telefone. Não darei detalhes da conversa, mas todos que estavam ao redor sabem muito bem do que se trata (desagradável e desnecessário).
Eu observava as pessoas ao meu redor, todas olhando na direção dele, que se comportava como se estivesse na sala da casa dele, fazer o quê, né?
Mas o objetivo deste post não é criticar um sujeito que se comporta assim dentro do ônibus, e sim o comportamento de várias outras pessoas que ali estavam.
Acontece que logo à minha frente estava uma mocinha segurando uma sacola que parecia um pouco pesada e logo ao sair do Terminal, questionei se ela queria que eu a levasse.
Ela pensou um pouquinho e aceitou. As pessoas estão desacostumadas a serem ajudadas e quando alguém oferece ajuda, você percebe nos olhos delas a desconfiança, uma interrogação interior: "entrego ou não?". Isso não deveria acontecer. Ela me entregou a sacola e agradeceu.
Continuei observando as pessoas e logo mais à minha esquerda, havia uma outra moça, voltando da faculdade com uma bolsa enorme pendurada no ombro direito e dois livros de cerca de umas 600 páginas cada um, mas ela estava tentando ler um deles e se equilibrar no ônibus ao mesmo tempo, então continuei somente observando.
Logo ela percebeu que seria impossível conseguir fazer as duas coisas ao mesmo tempo e fechou o livro. Dei um tempo. Fiquei observando as tentativas de carregar os livros e se segurar. Era uma lástima! Ela estava bem à frente do rapaz que continuava falando ao telefone e que estava simplesmente ignorando tudo que estava ao redor dele. Ao lado dela estava sentado um outro rapaz que passou parte da viagem com a cabeça voltada para fora, como se estivesse evitando a situação de ter que ceder o lugar o ajudar alguém (desagradável e desnecessário).
Então, ofereci-me para transportar os livros dela. Ela abriu um sorriso e disse: Nossa! Obrigada!
Achei interessante a reação dela... Ela passou a viagem inteira olhando na minha direção com olhos de agradecimento como se eu tivesse aliviado o peso da viagem dela. E foi isso mesmo que eu fiz.
Por que é tão fácil reclamar de tudo e criticar as atitudes das pessoas quando na verdade estamos sempre dispostos a cometer as mesmas falhas?
Tenho certeza que qualquer uma daquelas pessoas que estivesse na situação daquela moça estaria, em seus pensamentos, criticando aqueles que estavam sentados e indispostos ajudar. Porque somos assim?
A coisa só se torna um problema quando está acontecendo conosco? Onde está a EMPATIA*?
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=empatia
Se queremos viver em um mundo melhor, cabe a nós mudar o mundo em que vivemos!
Se queremos viver em um mundo melhor, cabe a nós mudar o mundo em que vivemos!
A mudança tem que começar em nós e então exteriorizamos e contagiamos as pessoas a cometermos as mesmas atitudes! É uma espécie de Corrente do Bem!
O mais contraditório desta história é que esta moça que transportava os livros da faculdade estava usando uma camiseta que traz o slogan da campanha do Trote Social da UFU que tem a seguinte logomarca:
Consciência e Solidariedade...
Infelizmente o discurso ainda não condiz com as atitudes das pessoas, mas quem sabe um dia, não e mesmo?
*Leia mais sobre Empatia na seção Mais do Tema...
Continuação: Complicada sim, mas longe de ser perfeitinha...
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Bom, estou de volta hoje para contar o motivo que me levou ao psiquiatra este ano...
Em 2010, meu ano foi repleto de novidades... Uma delas foi a MATERNIDADE!!
Um momento abençoado, muito esperado e desejado! É normal que a mulher, após ser agraciada com o nascimento de um filho torne-se um tanto mais sensível e este é um dos motivos que me fez procurar tratamento.
No passado, eu conseguia manter maior controle da situação, conseguia aguardar o momento exato para "desabar", conseguia disfarçar o que estava acontecendo, as pessoas sequer percebiam que algo estava "estranho" em mim... Quando eu estava na fase ruim (é assim que eu costumo chamar a fase depressiva ou de tristeza aguda), eu, na maioria das vezes, conseguia esperar chegar em casa pra "cair no choro" e de uns tempos pra cá, perdi um pouco este controle e passou a ser assim: deu vontade chorar, choro onde estiver... aí num rola, né? a coisa foi ficando meio constrangedora...
Aí você pensa, mas o que a Maternidade tem a ver com isso? O que acontece é que creio que uma das coisas que me fez ficar um pouco mais sensível e perder o controle do choro foi a Maternidade.
Mas foi na verdade o meu filho que me incentivou a procurar tratamento...
Meu filho tem hoje 1 ano e 2 meses, e certo dia (na época ele tinha menos de um ano - eu acho, mas já tinha desenvolvido o dom da observação que, modéstia à parte, herdou da mãe... hehehe) eu estava no meio de uma crise e ao chegar em casa, aos prantos, ele ficou me observando. Ao pegá-lo no colo, ele continuou me observando e colocou os dedinhos nas lágrimas que escorriam...
Aí me peguei vislumbrando um futuro que não estaria muito distante: Imagina quando chegar aquela fase do "por quê?", pela qual todas as crianças passam?
Quando um Bipolar está em crise, não adianta ficar perguntando o que ele está sentindo, porque está chorando, o que ele tem, porque todas estas perguntas ficarão sem resposta mesmo!!
E aí, quando ele estiver nesta fase, o que vou falar? O que vou explicar?
Foi então que eu resolvi procurar tratamento...
E vou te falar uma coisa, venci uma grande barreira, porque sempre tive resistência a tomar qualquer tipo de medicação para este problema, porém durante o tempo que tomei a medicação, confesso que me senti muito bem.
Dei uma pausa no medicamento, negligentemente, sem comunicar à psiquiatra, pois tive problemas relacionados ao orçamento...
Mas me comprometi comigo que assim que virar o mês eu, que já estou com uma receita na carteira, vou à farmácia, pois o tratamento melhorou a minha qualidade de vida!
Talvez eu volte a falar disso depois...
27 março 2011
Complicada sim, mas longe de ser perfeitinha!
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Já dizia uma música da extinta banda Raimundos "Complicada e perfeitinha, você apareceu, era tudo o que (...) Mulher de Fases!!". É, eu sou assim... Não é por capricho! Quem diria que eu, saída de uma semana cheia de cansaço, desânimo, insatisfação, choro, que passei a noite em claro pois tive uma insônia proveniente de efeito colateral medicamentoso estaria agora, quase 01:30, numa energia, ouvindo música, sem nenhuma irritação nem com a tosse que às vezes provoca náusea e tira o fôlego... afff... Mas eu num tô nem aí pra ela...
Isso tem explicação científica!
Sabe qual é?
Sofro do Transtorno Bipolar do Humor (existem outros nomes para o problema).
É um problema com diversas características, sintomas e pode se manifestar de diversas maneiras, por isso é de difícil diagnóstico.
Sou Bipolar! Essa é uma afirmação que até pouco tempo atrás me deixava constrangida, não que eu me orgulhe disso nos dias de hoje, mas é que hoje eu falo mais abertamente sobre o assunto.
Fui "psiquiatricamente" diagnosticada em 2003, mas sentia desde o começo da adolescência que algo de diferente acontecia comigo, já que com bastante frequência eu tinha umas crises inexplicáveis de tristeza sem motivo aparente.
Sempre soube lidar muito bem com o problema, pois sabia identificar os sintomas do começo da crise de tristeza e sabia que do mesmo jeito que vinha, ia embora, então era só aguardar... Nada melhor do que um dia após o outro... Desde o diagnóstico em 2003 sempre apresentei muita resistência em assumir que era bipolar e tomar qualquer tipo de medicamento ou fazer terapia, pois o que eu lia sobre a Bipolaridade de forma geral é que as pessoas são infelizes, vivem à base de medicamentos e têm tendências suicidas. Jamais queria me encaixar em um perfil assim, sendo que já havia vivido tantos anos "numa boa" em harmonia com o problema.
Desde 2003 eu nunca mais retornara a um consultório de psiquiatria...
Este ano eu resolvi voltar...
Porque?
Te conto depois...
*Leia sobre Transtorno Bipolar do Humor na seção Mais do Tema...
25 março 2011
Faça o que eu digo e não o que eu faço...
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Por que será que é tão fácil dar conselhos às pessoas, tentar ajudá-las a resolver suas situações "difíceis", mas quando nos vemos na mesma situação nos tornamos cegos, surdos e mudos para tudo aquilo que "aconselhamos" talvez há minutos atrás? Parece que quando acontece conosco tudo se torna diferente, o problema se torna bem maior do que com o outro. Talvez o que com o outro era um probleminha simples, agora que é comigo tornou-se um problema insolúvel! Simplesmente não sabemos o que fazer, nem por onde começar!
Quando é com o outro, basta que ele nos chegue e reclame que já temos logo a solução de pronto, na ponta da língua, parece que temos graduação, mestrado, doutorado no assunto, mas quando é conosco a coisa muda de figura e talvez um título "analfabeto funcional" ou quem sabe um "diplominha em burrologia" é a única coisa que nos resta...
Não vou entrar no mérito da questão por que trataria de detalhes que não cabem aqui, mas é apenas um desabafo que traz um pouquinho de reflexão para quem às vezes pensa demais nos problemas dos outros e não se dá conta da dimensão dos próprios problemas.
Certa vez eu recebi por e-mail no trabalho uma frase interessantíssima que se encaixa perfeitamente neste tema, segue:
"Se você tenta controlar aquilo que não lhe pertence, perde o que lhe pertence."
Harriet Rubin - em A Princesa - Maquiavel para Mulheres
Pense nisso, por que eu estou pensando já faz um tempinho...
Quando é com o outro, basta que ele nos chegue e reclame que já temos logo a solução de pronto, na ponta da língua, parece que temos graduação, mestrado, doutorado no assunto, mas quando é conosco a coisa muda de figura e talvez um título "analfabeto funcional" ou quem sabe um "diplominha em burrologia" é a única coisa que nos resta...
Não vou entrar no mérito da questão por que trataria de detalhes que não cabem aqui, mas é apenas um desabafo que traz um pouquinho de reflexão para quem às vezes pensa demais nos problemas dos outros e não se dá conta da dimensão dos próprios problemas.
Certa vez eu recebi por e-mail no trabalho uma frase interessantíssima que se encaixa perfeitamente neste tema, segue:
"Se você tenta controlar aquilo que não lhe pertence, perde o que lhe pertence."
Harriet Rubin - em A Princesa - Maquiavel para Mulheres
Pense nisso, por que eu estou pensando já faz um tempinho...
24 março 2011
Apresentação do Blog
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Olá!!
Sei que faz alguns dias que o blog está no ar, mas eu tenho feito muitas alterações nele. Confesso que sou blogueira de 1ª viagem, como já deve ter dado pra perceber, e estou um pouquinho empolgada com a possibilidade de futricar e mudar as coisas de lugar à minha vontade... Já percebi que nem sempre as coisas ficam no lugar que a gente queria que ficassem e às vezes demora um tempinho pra que elas voltem a ser como eram antes, mas eu chego lá...
Esse post é só pra explicar melhor como vão ser dispostos os post's aqui, pelo menos até 2ª ordem:
Na barra aqui de cima estão as 4 páginas que dividirão os assuntos do blog:
Atos - normalmente tratarão de temas que discutirão tomadas de atitudes, talvez poderão tratar de algumas atitudes que eu mesma tomei, bem como o impacto e a transformação causada por esta tomada de atitude.
Fatos - Tratará de fatos cotidianos que tornam-se facilmente tema de discussão.
Relatos - Aqui eu relatarei algumas histórias que se passam e se passaram na minha vida. Experiências e vivências pelas quais eu passo e passei e contarei um pouquinho do que aprendo a cada dia com cada uma dessas vivências.
Devaneios - Esta é uma página totalmente pessoal na qual postarei minhas inspirações poéticas, crônicas, etc, ou textos que a mim representam grande importância emocional ou sentimental, como a letra de uma música ou uma frase inspiradora. Nesta página libertarei o imaginário!
Em todas estas páginas eu estarei, seja como personagem da história que está sendo contada, seja como simples narradora.
Espero que você goste de tudo o que encontrar!
Seja bem-vindo e sinta-se à vontade!
23 março 2011
Blogueira de 1ª... mas é de 1ª viagem!
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Estive fazendo algumas alterações no blog.
Fiz, visualizei, não estava bom, refiz e visualizei... este processo se repetiu diversas vezes até que pensei que tudo estivesse "perfeito".
Publiquei as postagens nas suas devidas páginas e deletei-as de seus lugares de origem.
Tudo estava realmente "perfeito" até que no dia seguinte, ao acessar o blog vislumbrei o seguinte fato: a página onde deveria constar dois post's existia apenas um... O que significava aquilo? Significava que eu jamais deveria apagar o post, como havia feito no dia anterior, e sim, deveria sempre escrever um post sobre o outro, como faço agora...
Coisas que só se aprende fazendo...
Isso só me faz chegar a uma conclusão de um conceito que na verdade eu já tinha como lição de vida: a perfeição é uma meta inantigível, inalcançável, mas tem como ponto positivo o aperfeiçoamento, ou seja, a meta é tornar tudo cada vez melhor!
O tal do Blog dá mesmo uma canseira danada... Acho que nunca vou chegar a um denominador comum sobre onde ficará o que nesse blog... hehehe
Mas mudança é sempre bom, lembre-se que eu mesma já me descrevi aqui como sendo eu mesma, mas nunca a mesma... Em breve você entenderá melhor o porque disso!
Tchauzinho!
Até mais!
Obs: Leia mais sobre Perfeccionismo na seção Mais do tema...
Fiz, visualizei, não estava bom, refiz e visualizei... este processo se repetiu diversas vezes até que pensei que tudo estivesse "perfeito".
Publiquei as postagens nas suas devidas páginas e deletei-as de seus lugares de origem.
Tudo estava realmente "perfeito" até que no dia seguinte, ao acessar o blog vislumbrei o seguinte fato: a página onde deveria constar dois post's existia apenas um... O que significava aquilo? Significava que eu jamais deveria apagar o post, como havia feito no dia anterior, e sim, deveria sempre escrever um post sobre o outro, como faço agora...
Coisas que só se aprende fazendo...
Isso só me faz chegar a uma conclusão de um conceito que na verdade eu já tinha como lição de vida: a perfeição é uma meta inantigível, inalcançável, mas tem como ponto positivo o aperfeiçoamento, ou seja, a meta é tornar tudo cada vez melhor!
O tal do Blog dá mesmo uma canseira danada... Acho que nunca vou chegar a um denominador comum sobre onde ficará o que nesse blog... hehehe
Mas mudança é sempre bom, lembre-se que eu mesma já me descrevi aqui como sendo eu mesma, mas nunca a mesma... Em breve você entenderá melhor o porque disso!
Tchauzinho!
Até mais!
Obs: Leia mais sobre Perfeccionismo na seção Mais do tema...
21 março 2011
Ser mãe...
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Ser mãe é padecer no paraíso!
É... Bem dizia o ditado antigo...
Ser mãe é uma decisão que tem que ser tomada com muita sabedoria. Ter um filho não brincadeira de criança, não é como fazíamos, eu e minhas irmãs em uma tarde inocente com nossas bonecas quando levávamos nossas filhinhas ao médico porque estavam "dodói"...
Ao dar uma volta nas ruas da cidade vemos por aí várias jovens gestantes ou talvez já com suas "crias" no colo e sempre fiquei pensando se elas têm real consciência desta decisão que tomaram em suas vidas - se é que esta foi uma decisão tomada ou se a vida tomou a decisão por elas.
Por que estou escrevendo sobre isso? Você que me lê vai entender agora...
Tenho um filho de 1 ano e 2 meses e ele nunca havia ficado doente. De uns dias pra cá ele pegou um resfriado que progrediu e agora está com uma inflamação nos brônquios (não vou entrar aqui em detalhes técnicos sobre o problema). Ele tosse muito, teve febre, está com muita secreção (e como toda criança, não consegue colocar tudo pra fora). Diante do quadro, levei-o ao pediatra e ele terá que ficar durante uma semana fazendo uso de antibióticos.
Confesso que sou uma pessoa que aprendeu a ser muito chorona, mas em tudo que se refere ao meu filho pareço uma "manteiga derretida" - como descrevem alguns e vê-lo na situação em que ele está é muito triste. A situação se complica principalmente na hora de dormir. O médico já havia me explicado que neste momento, quando estamos deitados, é quando a secreção fica parada no peito e é quando temos mais ataques de tosse, mas vê-lo chorando tentando dormir e não conseguindo por causa das crises de tosse, é de dar pânico. Que mãe teria uma noite tranquila vendo seu filho passando por momentos assim? Agora eu sei o que meus pais passaram no meu passado...
Aqui eu descrevo a sensação de ser mãe:
=> Olhar para o seu filho e querer sugar tudo de ruim que tem nele pra você, pois mesmo que você esteja um caco, você sempre acha que pode carregar mais um pouquinho de peso, desde que seja para aliviar a dor dele.
=> Olhar para o seu filho brincando e querer que aquele momento nunca acabe.
=> Depois de um dia estressante, pegar o seu filho no colo, sentir seu abraço inocente e de repente esquecer de tudo que aconteceu o dia todo.
Pois é, ser mãe envolve muita coisa: paciência, sabedoria, tempo, dinheiro, mas acima de tudo, envolve amor, e é uma forma de amor puro e tão intenso que eu tenho certeza que não cabe mais no meu peito e prova disso é que já está transbordando pelos olhos em forma de lágrimas quando olho para o meu filho!
Minha dádiva! Meu presente!
Ser mãe para mim, não é PADECER no paraíso.
Ser mãe tem lá suas dificuldades, mas para mim, a frase correta é, na verdade, ser mãe é PARECER no paraíso!
18 março 2011
Oração da Serenidade
17 março 2011
Independência ou Autonomia
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A intenção aqui é listar as vantagens e desvantagens da independência da mulher e quais foram as consequências de ela ter conquistado seu espaço no mercado de trabalho e conseguido alcançar a tão almejada igualdade perante o sexo oposto.
Primeiramente, não podemos deixar de comentar que o poder aquisitivo das famílias aumentou bastante a partir do momento que a mulher passou a exercer uma função fora de sua casa, trabalhando fora de casa, porém considero grandes os prejuízos para a família com essa "ausência" da matriarca.
Vou começar falando dos filhos, que antes passavam a 1ª infância juntamente com a mãe em seu lar, adquirindo a educação básica, aquela entitulada "que vem de berço". Com o advento da saída da mãe para o trabalho, esses filhos passaram a ser levados para as escolas, berçários, maternais (seja lá qual for o nome dado em sua região). Isso fez com que a escola fosse obrigada a assumir um papel que não é dela e a famíla se eximisse de um papel que é dela. As crianças assim, ficaram com a 1ª infância com a educação deficiente e ninguém quer assumir a culpa disso.
Em segundo lugar, precisamos comentar que essa independência da mulher proporcionou a elas uma liberdade nos relacionamentos, já que no passado, elas se viam presas no casamento, visto que viviam "às custas" do parceiro que era o provedor da casa e deles ela dependia até para a compra de itens de consumo pessoal.
Em contra partida, isso veio gerar uma crise conjugal na sociedade, pois o casamento, que antes era uma instituição sólida e concreta, que durava 50, 60 anos, ou seja, "até que a morte nos separe..." hoje é uma instituição considerada falida, já que entende-se que a maioria daquelas mulheres era refém de um casamento de fachada e que na verdade viviam infelizes e solitárias fechadas em um mundinho onde tudo poderia ser perfeito, mas na verdade não era.
Hoje, temos mulheres que entram e saem dos relacionamentos de cabeça erguida, e que por causa de seus trabalhos tem condições de arcar com o sustento de seus filhos, que tem sua casa própria, seu carro, ou seja, coisa que antes normalmente perteciam ao homem e que no ato da separação, a mulher teria que recorrer à justiça para obter sua parcela dos bens que ajudara a conquistar, e que na maioria das vezes sairia da situação injustiçada, humilhada, sentindo-se ultrajada.
É sim motivo de orgulho termos conseguido tamanho espaço e tamanha independência e autonomia com relação ao universo masculino e talvez esse poderia ser um motivo forte para que eles se tornassem nossos aliados e parceiros na realização de algumas tarefas no dia-a-dia doméstico, porém vejo que a insistência em permanecer com o comportamento retrógrado do século passado permanece, ou seja, se a mulher conquitou tamanha autonomia, mérito dela, então ela que trabalhe o dia todo fora de casa e que chegue e vá para o fogão fazer a janta e para a lavanderia cuidar da roupa que tem a lavar, sem contar com o acompanhamento dos filhos, que se faz tão necessário dia após dia, e que normalmente fica sob responsabilidade delas...
O homem, com seu comportamento retrô, poderá, após um dia de trabalho, chegar em casa, tomar um banho relaxante, deitar-se no sofá e assistir sua programação favorita na TV enquanto o jantar fica pronto.
São os tempos modernos... Mas tudo já mudou tantas vezes, quem sabe uma nova mudança não está próxima, não é mesmo?
16 março 2011
Blog de Papel... Isso existe?
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Não, é claro que não...
Diante de tanta inovação, creio que não exista.
Creio que eu esteja entendendo agora porque tantos blogs fracassam.
O motivo real não é a falta de assunto, pelo menos não para todos, mas sim a falta de tempo para escrever.
Eu, que me vi tão feliz por postar o meu primeiro "Oi" aqui no blog no dia 9, só agora, uma semana depois, estou tendo um tempinho para postar mais alguma coisa.
Confesso que tive ontem uns 5 minutinhos livres, mas não estava diante do computador e por isso comecei a rascunhar algumas palavras em um caderno pensando no blog (daí vem o título do post), mas não vi muito sentido nisso, pois seria trabalho dobrado já que depois teria que digitar tudo aqui.
A escassez de tempo acontece não é à toa...
Lembra que eu, na minha descrição aí do lado me sintetizei da seguinte forma: "pessoa de muitas fases e diversas facetas...", pois é... esqueci de mencionar um detalhe: um "F" de "FUNÇÕES":
- sou mãe;
- esposa;
- dona de casa (e tudo que a função traz consigo);
- e ainda trabalho em uma empresa de 08:00 às 17:00.
Pensa que é moleza?
O meu dia tem o mesmo tanto de horas que o seu...
Não é fácil não!
Tudo isso reflete um grande caos que resume a vida de grande parte da população, principalmente feminina, sabe porque?
Por que a maioria das mulheres é multifuncional!
A explicação para isso é histórica, já que ao longo dos anos as mulheres batalharam buscando sua independência e seu espaço.
Em alguns casos o fardo da jornada é mais pesado, pois a mulher carrega sozinha o peso destas várias funções. Em outros, ocorre uma distribuição de funções entre as partes envolvidas, o que torna a carga um pouco mais leve para ambos.
Aí vai uma dica de quem já vivenciou o problema:
* A idéia é sempre propor a distribuição das tarefas, de preferência com rodízio na execução das atividades e não deixar as coisas se acumularem, para que a rotina torne-se mais prazeroza e menos desgastante.
Espero não demorar tanto para voltar com um novo assunto e quem sabe com mais algumas dicas.
Até breve!
* Obs: O texto em destaque remete ao artigo exposto na seção: Mais do Tema, que está discorrendo sobre o Feminismo.
Aproveite e participe da Enquete que trata do mesmo tema!
Diante de tanta inovação, creio que não exista.
Creio que eu esteja entendendo agora porque tantos blogs fracassam.
O motivo real não é a falta de assunto, pelo menos não para todos, mas sim a falta de tempo para escrever.
Eu, que me vi tão feliz por postar o meu primeiro "Oi" aqui no blog no dia 9, só agora, uma semana depois, estou tendo um tempinho para postar mais alguma coisa.
Confesso que tive ontem uns 5 minutinhos livres, mas não estava diante do computador e por isso comecei a rascunhar algumas palavras em um caderno pensando no blog (daí vem o título do post), mas não vi muito sentido nisso, pois seria trabalho dobrado já que depois teria que digitar tudo aqui.
A escassez de tempo acontece não é à toa...
Lembra que eu, na minha descrição aí do lado me sintetizei da seguinte forma: "pessoa de muitas fases e diversas facetas...", pois é... esqueci de mencionar um detalhe: um "F" de "FUNÇÕES":
- sou mãe;
- esposa;
- dona de casa (e tudo que a função traz consigo);
- e ainda trabalho em uma empresa de 08:00 às 17:00.
Pensa que é moleza?
O meu dia tem o mesmo tanto de horas que o seu...
Não é fácil não!
Tudo isso reflete um grande caos que resume a vida de grande parte da população, principalmente feminina, sabe porque?
Por que a maioria das mulheres é multifuncional!
A explicação para isso é histórica, já que ao longo dos anos as mulheres batalharam buscando sua independência e seu espaço.
Em alguns casos o fardo da jornada é mais pesado, pois a mulher carrega sozinha o peso destas várias funções. Em outros, ocorre uma distribuição de funções entre as partes envolvidas, o que torna a carga um pouco mais leve para ambos.
Aí vai uma dica de quem já vivenciou o problema:
* A idéia é sempre propor a distribuição das tarefas, de preferência com rodízio na execução das atividades e não deixar as coisas se acumularem, para que a rotina torne-se mais prazeroza e menos desgastante.
Espero não demorar tanto para voltar com um novo assunto e quem sabe com mais algumas dicas.
Até breve!
* Obs: O texto em destaque remete ao artigo exposto na seção: Mais do Tema, que está discorrendo sobre o Feminismo.
Aproveite e participe da Enquete que trata do mesmo tema!
09 março 2011
Olá
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Nossa!
Finalmente escrevo o meu primeiro "Oi"!!
Quando tomei a decisão de criar um blog pensei que fosse simplesmente criar um nome, criar uma página e começar a escrever, escrever e escrever...
Na minha cabeça, minhas principais dificuldades seriam: ter criatividade para criar um nome legal e que não fugisse ao tema do assunto do blog e ter assunto para escrever com frequencia, de maneira que não escrevesse um dia e depois nunca mais voltasse a acessar aquela página, coisa que eu imagino que aconteça com bastante frequência com bastante "blogueiros". Hahaha... Mal sabia eu a fria na qual eu estava me metendo... A mais difícil missão foi criar a página... Credo!! Que missão!!
Confesso que por diversas vezes eu me deparei com a tal da "desistência", mas como ela não costuma me vencer nos demais âmbitos da minha vida, aqui também não permiti que o fizesse.
A etapa mais demorada de todas foi o tal do TEMPLATE.
O quão difícil é escolher um papel de parede que se enquadre no que eu quero tratar aqui...
E eu que sempre pensei que se um dia fosse criar um blog, não ia escrever sobre o quão difícil é começar a fazê-lo, por que isso é muito lugar comum...
Impossível não recorrer a esse mesmo assunto logo no início, por que sabe-se que mais cedo ou mais tarde, independente da temática do blog, daria-se um jeito de tratar deste assunto, pelo menos em um dedo de prosa.
Depois da escolha do template, veio a definição da fonte, o tamanho e a difícil missão de escolher o layout e a dificuldade de fazer com que as coisas ficassem em seus devidos lugares e seus devidos tamanhos. Finalmente acho que tudo está como deveria e finalmente consigo escrever o primeiro post.
Mas tudo foi muito difícil sabe porquê?? Porque envolve criação. O processo criativo, seja lá pra criar o que envolve sacrifício, transpiração, inspiração e acima de tudo determinação. Mas como eu mesma disse um logo acima, desistir jamais!
Desejo que quem vier seja muito bem-vindo ao meu blog e tomara que tenhamos assunto para muitos e muitos dias...
Até breve!
Finalmente escrevo o meu primeiro "Oi"!!
Quando tomei a decisão de criar um blog pensei que fosse simplesmente criar um nome, criar uma página e começar a escrever, escrever e escrever...
Na minha cabeça, minhas principais dificuldades seriam: ter criatividade para criar um nome legal e que não fugisse ao tema do assunto do blog e ter assunto para escrever com frequencia, de maneira que não escrevesse um dia e depois nunca mais voltasse a acessar aquela página, coisa que eu imagino que aconteça com bastante frequência com bastante "blogueiros". Hahaha... Mal sabia eu a fria na qual eu estava me metendo... A mais difícil missão foi criar a página... Credo!! Que missão!!
Confesso que por diversas vezes eu me deparei com a tal da "desistência", mas como ela não costuma me vencer nos demais âmbitos da minha vida, aqui também não permiti que o fizesse.
A etapa mais demorada de todas foi o tal do TEMPLATE.
O quão difícil é escolher um papel de parede que se enquadre no que eu quero tratar aqui...
E eu que sempre pensei que se um dia fosse criar um blog, não ia escrever sobre o quão difícil é começar a fazê-lo, por que isso é muito lugar comum...
Impossível não recorrer a esse mesmo assunto logo no início, por que sabe-se que mais cedo ou mais tarde, independente da temática do blog, daria-se um jeito de tratar deste assunto, pelo menos em um dedo de prosa.
Depois da escolha do template, veio a definição da fonte, o tamanho e a difícil missão de escolher o layout e a dificuldade de fazer com que as coisas ficassem em seus devidos lugares e seus devidos tamanhos. Finalmente acho que tudo está como deveria e finalmente consigo escrever o primeiro post.
Mas tudo foi muito difícil sabe porquê?? Porque envolve criação. O processo criativo, seja lá pra criar o que envolve sacrifício, transpiração, inspiração e acima de tudo determinação. Mas como eu mesma disse um logo acima, desistir jamais!
Desejo que quem vier seja muito bem-vindo ao meu blog e tomara que tenhamos assunto para muitos e muitos dias...
Até breve!
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