29 dezembro 2011

Enfim fim...

É chegado o fim de mais um ano... 
Novamente vem à tona as famosas frases que incutem nas pessoas sentimentos de união, harmonia, perdão, solidariedade, etc...
E eu, como de costume, me reservo no direito de refletir sobre o porque de pensar nisso somente nessa época do ano. 
"Reza a lenda" que somos "iguais" e "irmãos" e que devemos amarmos uns aos outros, mas então porque somente no fim do ano é que preciso pensar em perdoar ou ajudar o meu irmão? 
Porque somente no fim do ano preciso refletir no que fiz de bom ou de ruim ao longo do ano e assim projetar como desejo que seja o ano que se iniciará? 
Reflito sobre isso e não chego a nenhuma conclusão, por que na verdade eu acredito que as pessoas deveriam viver na igualdade e na fraternidade...
Concordo sim que os últimos dias do ano sejam um bom momento pra se fazer um balanço das conquistas e para celebrá-las e é claro, é uma excelente oportunidade para já elaborar aquela famosa listinha dos "a fazer" para o ano seguinte, ou seja, as metas que deverão ser cumpridas no ano que vai começar. 
Esta é uma boa estratégia para se disciplinar no cumprimento de metas. 
Falo por experiência própria, pois no comecinho deste ano eu fiz uma listinha com algumas metas, coisas que eu queria fazer, coisas que eu queria comprar... 
Escrevi os ítens em um bloquinho de notas que levava sempre na minha bolsa. 
Um dia, não sei por que motivo este bloquinho saiu da minha bolsa e ficou engavetado na escrivaninha. Tempos depois, mexendo na gaveta da escrivaninha, eu achei o bloquinho e lá estava a minha lista de "a fazer".
Adivinhem? 
Ainda estávamos em Agosto e eu já havia cumprido todas as metas que estavam ali descritas! 
Fiquei tão orgulhosa! (rs)
Então, vai por mim, o lance da lista de "a fazer" dá certo mesmo! 
Para 2012 eu decidi que farei duas listas: uma de "a fazer" - que trará as metas que desejo cumprir para o ano; e uma do "nunca mais" - que trará as coisas que não farei em hipótese nenhuma. 
Trata-se de um compromisso, um teste de disciplina e um caso de superação caso eu consiga cumprir. 
Vamos ver no que dá. 
Daqui um ano eu te conto o resultado.
Feliz 2012!
Até breve!

03 dezembro 2011

Vida - Espetáculo de um Protagonista com Múltiplos Personagens!

Este post foi inspirado em uma banda que tenho ouvido muito - O Teatro Mágico, e da qual eu tenho várias músicas "preferidas", mas ao final você poderá curtir uma das que eu mais gosto.
Segue o post:
A nossa existência é um grande espetáculo e o protagonista somos nós mesmos. 
Neste espetáculo desempenhamos todos os personagens: 
Somos às vezes o mágico, pois temos na manga diversos truques para disfarçar o que realmente estamos sentindo ou pensando a respeito de algo ou de alguém, já que para mantermos a harmonia do mundo é necessário que se estabeleça uma relação no mínimo educada com os iguais.
Somos o palhaço, nos mascaramos e dissimulamos. Fazemos graça com o intuito de alegrar as pessoas quando na verdade a grande vontade que temos é de pedir o ombro pra chorar.
Somos até o domador, pois quem, ao longo da existência, nunca teve que usar fortes argumentos (aqui seriam metaforicamente os chicotes) para domar alguma fera, seja ela seus pais, irmãos, seu chefe, colegas de trabalho, etc?
Nesse espetáculo, tudo é permitido e muitas vezes a nossa identidade entra em conflito em meio a tantos personagens e acabamos não nos reconhecendo, pois estamos o tempo todo interpretando. 
Com isso, procuramos preencher espaços, lacunas que nós mesmos criamos em nossas vidas. 
Essas lacunas existem justamente pela existência deste conflito entre personalidades, já que uma vez que eu interpreto personagens, eu me perco de coisas como: "Quem sou?", "Do que gosto?", "O que quero fazer?". 
Até onde vai o meu limite e onde começa o limite do outro?
Aconteça o que acontecer, não se pode perder o foco! 
Não interessa quantos coelhos você tire da cartola, quantas cambalhotas você vire, quantos leões você dome, você não pode perder sua própria essência, o seu "eu" deve continuar mais alto!
É necessário ter sempre em mente coisas como: "Quem sou?" e "O que quero para a minha existência?"
Mantendo-se firme nesse foco, observa-se que não será necessário o uso máscaras, nem os truques na manga, nem o chicote para domar as feras, pois somos bem maiores e mais fortes do que os desafios que temos que enfrentar no dia a dia! 
Talvez vez ou outra pareçamos fracos, esmorecidos, derrotados, mas a fé que temos em nós mesmos é que nos fará vencer os obstáculos que nos são impostos dia após dia. 
Se sobra ou falta algo em nossas vidas, cabe a nós mesmos desprezar aquilo que sobra e não nos serve mais, para nos livrarmos do "peso extra" e assim nos sentiremos mais leves para ir em busca daquilo que nos falta e do que precisamos.
O valor da sua vida está no valor que você dá a si mesmo!
Segue a música:
Até mais!

25 novembro 2011

Vida: Longa ou Larga...

Pra variar, tenho refletido um tanto sobre a minha vida, sobre a vida dos outros, sobre o sentido da vida, sobre o sentido das coisas, sobre o sentido de tudo que acontece e que transforma o sentido da minha vida e da vida dos outros.
Confuso, não? Só um pouquinho...
Essa é uma das minhas características: REFLEXÃO!
Já faz muito tempo que queria escrever sobre a diferença entre essas duas palavras LONGA e LARGA, mas sabe como é, né? A idéia vem, na hora não dá pra escrever, a idéia vai... Agora ela voltou e resolvi exteriorizar...
Outro dia - muitos dias atrás - eu estava de bobeira, vendo TV, e como a maioria das pessoas fazem (pelo menos eu acredito que fazem) eu estava procurando algo interessante pra assistir e então "passeava" entre os canais no botãozinho da melhor invenção: o controle remoto. 
De repente, parei em um canal - que nem me lembro qual era, no qual estava passando um documentário sobre pessoas que lidam com pacientes com câncer, o chamado "mal do século". 
Muito se questiona sobre o porque não encontraram até hoje a verdadeira cura ou extermínio para o câncer, eu particularmente acredito que isso não aconteceu porque na verdade não descobriram o causador da doença, mas isso não vem ao caso, na verdade, o que interessa é que no documentário havia depoimentos de pacientes, familiares de pacientes, médicos, enfermeiros, psicólogos, psiquiatras, ou seja, todos os tipos de pessoas que, de alguma maneira se envolvem durante o tratamento da doença - não só dessa, mas de qualquer outra - mas a que estava em discussão era o câncer. 
Foram depoimentos emocionantes, muitos acompanhados com lágrimas, já que segundo uma psicóloga, há um envolvimento sentimental com o paciente, já que em alguns casos o tratamento pode durar 10, 15 anos.  
Nesse momento eu fiquei pensando: "Nossa! Em 15 anos acontece tanta coisa!" e de repente, já no encerramento do programa a psiquiatra fez a seguinte colocação: "não se deseja uma vida longa, se deseja uma vida larga..."
Quem me conhece ou já leu um pouquinho da minha história aqui, sabe que passei por uma experiência que me fez mudar a maneira de enxergar o mundo, mas mesmo eu, que nunca tinha pensado em viver até os 90 anos - ou seja, que nunca desejei vida longa, nunca tinha pensado na vida em sua "largura"- na verdade, a psiquiatra queria ressaltar a necessidade de valorizarmos a qualidade de vida, e não a quantidade de vida. 
Não interessa se vou viver até os 70 ou até os 90, o que interessa na verdade é a maneira como vou viver esses anos, o que vai fazer a diferença pra mim durante esse tempo.
Por isso, eu frequentemente reflito sobre o tipo de vida que levo!
Eu não tenho trabalhado demais? 
Planejado demais e executado de menos?
Ouço o meu corpo, meu coração, minha cabeça... 
Os avisos acontecem quando é hora de descansar um pouquinho...
Não faço planos sozinha... 
Quero caminhar na praia, mas não quero ver só as minhas pegadas na areia...
Quero abrir um vinho, mas não quero servir apenas uma taça...
Sirvo o jantar em uma bela mesa, mas não pode ter apenas um prato...
Não vou ao trabalho apenas para tratar e-mails, atender telefonemas... 
Vou até lá para sorrir, falar bobagens quando der um tempinho, conversar, confraternizar.
Não sou uma ilha e não vivo pra trabalhar. Trabalho pra viver e faço parte de um mundo que me cerca e  é o tipo de relação que eu estabeleço com a minha existência que vai garantir a largura da minha vida! 
Se minha vida será LONGA, não cabe a mim responder, pois esse é um planejamento do Papai do Céu, mas eu posso determinar que ela seja LARGA, ah isso eu posso!
Você também pode!
Então, que tal "ALARGAR" a vida?

02 novembro 2011

Campanha pela Vida!

Em homenagem aos meus colegas de trabalho, resolvi voltar a escrever, e justamente sobre isso...
Caso eles leiam este post, entenderão o porque da referência a eles e talvez até se identifiquem com algumas colocações que aqui farei.
Um certo colega costuma dizer que lançará uma "Campanha pela Vida" e a descreve com o seguinte slogan: "Cada um cuida da sua!".
Essa é uma das frases que mais ouço por lá: "Cuida da sua vida!"
Isso se deve ao fato de existirem muitos "bisbilhoteiros" no ambiente no qual estamos inseridos.
Eu sou adepta à esta campanha, pois não sou à favor das pessoas ficarem querendo tomar conta da vida dos outros, tomando frente das coisas dos outros, se intrometendo nas decisões dos outros como temos visto tão rotineiramente no nosso ambiente.
No meu ambiente de trabalho - onde lidamos com os "bisbilhoteiros" dia após dia - cada um tem sua mesa, sua cadeira, seu computador, seu trabalho a fazer, seu prazo a cumprir, sua obrigação.
Como em todos os lugares, todos tem seus direitos e deveres e cada um sabe exatamente o que tem que ser feito, mas muitos não o fazem e isso faz com que os "abelhudos" creçam os olhos não só na vida destes, mas também daqueles que estão cumprindo o seu papel, ou seja, daqueles que estão fazendo o que deve ser feito. 
Há então uma intensa investigação para definir quem faz e quem não faz, mas quem faz esta investigação nem sempre está apto ou capacitado para tal função, ou nem mesmo teve tal função delegada para si. E então, juízes "sem diploma" fazem julgamentos desnecessários.
O pior é que isso não fica só no ambiente de trabalho, se estende também à vida pessoal, já que algumas pessoas estabelecem também vínculos fora da empresa. Então, atribui-se o direito de "bisbilhotar" também nos negócios fora dali, questionar o que está fazendo, onde foi depois do trabalho, com quem, que horas foi dormir... Ah não, às vezes é até suportável dar uma resposta saudável, mas em outras, a vontade é de restringir a relação ao estritamente profissional. Será possível?
Nada disso seria necessário se cada um tomasse pra si a sua própria vida, seus próprios problemas e se restringisse a ouvir apenas aquilo que foi dito e responder apenas aquilo que lhe foi perguntado, sem ficar cercando de perguntas que não querem ser respondidas, mas infelizmente o bom senso e respeito ainda não são dádivas concendidas a todos.
Cabe um pouco de reflexão e de respeito ao espaço do próximo, principalmente quando esse próximo é alguém com quem passamos longa parte do nosso dia.
E aí, você vai aderir à Campanha pela Vida?

16 julho 2011

Acessibilidade

Há alguns dias eu tenho pensado muito nessa temática e em algumas questões culturais ou educacionais que envolvem essa questão.
Para discutir essa questão, como de costume, vou contar uma historinha que vi acontecer...
Trabalho para um Grupo que possui empresas em diversos ramos de negócios e há cerca de dois meses a equipe na qual eu trabalho foi transferida de uma empresa para outra e entre essas duas empresas existem grandes diferenças no que tange à estrutura física.
O que ocorre é que na nova empresa o número de funcionários é bem menor e pelo que me consta não há nenhum deficiente físico, então a empresa não estava totalmente preparada para receber pessoas com necessidades especiais.
Na infra da empresa que deixávamos, havia uma série de pontos de acessibilidade: rampas, banheiros adaptados, bebedouros adaptados, vagas exclusivas no estacionamento, mas na empresa que estava nos recebendo de todos estes ítens que citei só havia (pelo menos na ala feminina) um banheiro adaptado para pessoas portadoras de necessidades especiais. 
Só isso e mais nada!
Bom, aqui eu vou abrir um parênteses para tratar dos banheiros adaptados para portadores de necessidades especiais.
Porque pessoas que não tem necessidades especiais preferem utilizar banheiros adaptados aos banheiros não adaptados? 
É, outro dia, depois do meu almoço, eu estava sozinha no banheiro escovando os dentes e entrou uma mulher. 
O banheiro da empresa possui 5 reservados - 4 convencionais e um adaptado, todos os reservados estavam desocupados e a mulher que entrou não é portadora de nenhuma necessidade especial, e adivinhem só o que ela fez? 
Sim! 
Ela entrou no único reservado adaptado! 
Nessa hora eu fico pensando: e se entrasse aqui agora uma pessoa que tem necessidade especial e não tem condições de utilizar o reservado convencional? 
Hoje aconteceu a mesma coisa de novo. 
Estava eu no banheiro, sozinha, todos os reservados desocupados e outra mulher entrou e preferiu o reservado adaptado. 
Porque? 
Existe explicação científica para isso ou trata-se somente de uma questão cultural ou educacional?
Bom, voltemos então ao assunto que é muito mais amplo do que o banheiro! 
Isso mesmo! 
Na empresa só havia o banheiro de espaço adaptado! 
Nem sequer a vaga de estacionamento! 
Mas o que aconteceu com nossa chegada? 
Bom, na equipe que estava chegando havia um integrante com necessidades especiais (tem dificuldade de locomoção - não é cadeirante nem usa muletas, mas caminha com dificuldades) e por isso a empresa teve que se adequar pelo menos para atender às necessidades mais urgentes. 
Uma delas foi providenciar vagas no estacionamento, pois no começo esse funcionário portador de necessidades ia de ônibus, mas depois passou a ir de carro e o calçamento do estacionamento não é dos melhores além de que o fato de estacionar longe da entrada da empresa também tornava as coisas mais difíceis para ele. 
Bom, foram providenciadas duas vagas no estacionamento, próximas ao portão de acesso principal e também do acesso à área interna.
Mas aí vem outra questão que quero comentar sobre a preferência: Foram criadas duas vagas e existe apenas um usuário, e a outra vaga, quem usa? 
Isso, um motorista comum qualquer, sem necessidades especiais. 
Hoje, em uma conversa com colegas, eu soube que outro dia, ao chegar à empresa e dirigir-se para a sua vaga exclusiva, o portador de necessidades foi abordado pelo vigilante da portaria que lhe informou que a vaga era exclusiva para deficiente físico e ele simplesmente disse: eu sou deficiente físico! 
Eis mais uma questão que me intriga nesse momento: Será que o motorista que estacionou na outra vaga exclusiva também foi abordado dessa maneira? 
Qual teria sido sua resposta para tal abordagem caso tenha ocorrido? 
Bom, o fato é que essa questão é um tema que está me intrigando desde a 1ª vez que vi uma mulher optar pelo reservado adaptado ao invés de entrar nos convencionais. 
Por que não respeitar a "exclusividade" daquele espaço?


Isso me faz pensar muito na educação e na cultura que o adulto tem e que tipo de educação e de cultura que estes adultos estão transmitindo aos filhos, sobrinhos, netos, ou seja lá que tipo de "herdeiros" que estejam ao seu redor. Qual a noção de respeito que está sendo repassada?
Certa vez eu li uma frase muito sábia que dizia mais ou menos o seguinte: 
"Todos se preocupam com o mundo que vão deixar para os filhos, mas será que alguém se preocupa com que filhos vão deixar para o mundo?"
Pense nisso! 
As atitudes dos seus filhos são reflexo das suas atitudes! 
Dê o exemplo!

Obs: Leia mais na coluna "Mais dos Temas - Acessibilidade em Uberlândia"

24 junho 2011

Uma fila chata e um chato na fila!

É... o fim de mais uma semana chegou!
Uma semana de dois sábados!
Pelo menos foi isso que eu senti...
Por causa do feriado, que aconteceria na quinta-feira a quarta teve gostinho de sexta e consequentemente a quinta teve o gosto amargo de domingo e a sexta passou demoradamente e com a cara preguiçosa de segundona... aff... que dia é amanhã mesmo??? hehehe
No fim do dia, o stress, aquele típico de segunda-feira, parecia ter tomando conta de todos! 
Eu parecia mesmo estar vivendo um clima de segunda-feira...
Eu tinha dito que reativaria o "Meu Divã" para falar menos de mim aqui, mas hoje vou narrar um fato que aconteceu comigo como tema do post, para ilustrar a irritação das pessoas.
'Lá vai' a historinha...
Como de costume, na saída do trabalho meu marido estava à minha espera e tivemos que passar no supermercado para comprarmos alguns ítens dos quais estávamos precisando em casa. 
Selecionamos os ítens e fomos então para a interminável e inevitável fila do caixa para o pagamento das mercadorias. 
Enquanto esperávamos pelo momento de pagarmos para finalmente seguirmos para o meu tão esperado momento de descanso, tive que ficar ouvindo um indivíduo que estava atrás de nós na fila e que ficava o tempo todo reclamando da demora do caixa em que estávamos. 
Ele tecia comentários do tipo: "todas as filas andam, menos essa!", "e aquele cara, faz uma meia hora que 'tá' lá... deve 'tá' contando um tanto de moeda...!" "tô quase saindo daqui e indo 'pro' fim daquela fila maior porque ela 'tá' mais rápida!". 
Durante o tempo que ele ficava falando isso eu ficava pensando: "Porque será que as pessoas são tão intolerantes?" 
Eu estava na fila, com o meu marido e o meu filho que ainda é uma criança de colo, ou seja, estávamos com um "peso extra" (diferencial em comparação com ele), eu já tinha trabalhado o dia todo e meu marido trabalharia durante toda a noite que viria pela frente e não estávamos reclamando e aquele senhor ficava o tempo todo se queixando. 
Sim, eu reconheço que é muito chato e um tempo inútil ficar esperando na fila - eu odeio filas! - mas que diferença vai fazer ficar reclamando? A fila vai diminuir? Não! 
Na verdade, a sensação que eu tive foi a de que a espera se tornou ainda mais longa e cansativa diante das inúmeras reclamações que ouvi. Chato não? 
Então. Acho melhor parar por aqui, caso contrário a chata serei eu, não é mesmo? 
Achei conveniente vir falar um pouquinho disso por aqui, pois é assim que eu enxergo as coisas: 
Se falar for resolver os problemas, então fale, mas se não for, cale!
Aprenda a valorizar o silêncio!!!
Acho que é por isso que eu prefiro observar e escrever.
Até mais!

23 junho 2011

Diário???

Estou passando para desabafar... 
Queria muito estar presente no Blog com mais frequência, mas acabei percebendo que se fizesse isso ia acabar o transformando em uma coisa que não queria que acontecesse. 
O blog ia acabar virando um diário, um divã, coisa que eu jamais quis que acontecesse...
Quando comecei a criá-lo, há alguns meses, confesso que fiz uma outra versão que usaria como meu diário e neste eu estava escrevendo até mais de um post por dia... 
Tudo que acontecia no meu dia eu ia lá e postava... mas este não era o meu objetivo principal, o foco inicial era este aqui que estava ficando pra 2º plano. 
O fato é que estou tendo um corre-corre de afazeres e como na vida de qualquer pessoa, acontece tanta coisa (boa e ruim) e às vezes dá mesmo vontade de desabafar, mais do que qualquer outra coisa... 
No final das contas acabei desativando o "divã", pois vi que estava escrevendo mais nele do que aqui, sendo que o "Atos, fatos e relatos..." era o meu objetivo principal. 
Hoje vejo que se estivesse com os dois blogs no ar talvez estivesse postando nos dois com bastante frequência, pois assunto não falta para ambos, mas eu acabo não escrevendo aqui por que a vontade de desabafar ou de escrever sobre algo da minha vida pessoal é maior do que a vontade de escrever sobre qualquer outro assunto...
Acho que a solução para o meu problema vai ser a reativação do "divã" (talvez repaginado) e vamos ver no que isso vai dar. A intenção com isso tudo é voltar por aqui mais vezes pra tratar de tudo um pouco e menos de mim, porque é de escrever que eu gosto! Isso me dá prazer, me tranquiliza, me faz ser eu, é difícil explicar, mas tomara que você me entenda...
Até mais...

16 junho 2011

De repente 30...

É... 3 décadas de vida!!
Um saldo de histórias e bons resultados...
Minha vida:
uma faculdade - profissão que não exerço - mas concluí;
um emprego - que garante meu sustento e o do meu filho;
um casamento - que não é um mar de rosas, mas tem algum que é?
um filho - muito lindo e muito especial;
um aneurisma - ao qual sobrevivi sem nenhuma sequela e que muito me ensinou.
Em suma, uma vida muito bem pensada, planejada e cheia de reflexões...
essa é a CAROLINA - de ontem, de hoje e de sempre!
Nada de ficar pensando e divulgando a versão 3.0, "turbinada", como dizem por aí...
Já fiz esse tipo de divulgação e nada mudou. Acho que não faz parte de mim "turbinar" a vida...
Sou adepta à versão que "vai à cavalo", se é que você me entende...
Sabe, faz mais de um mês que não escrevo aqui... estava com saudades!!
Tenho tido muuuuitas dificuldades com essa vida ultra, mega, power multifuncional...
Tá faltando tempo pra fazer as coisas que me dão prazer...
E tá muito cansativo ter que fazer tudo com hora marcada e por obrigação...
Às vezes dá uma vontadezinha de transgredir, como muita gente faz, mas eu não sou assim...
Certinha eu? Não... Sou gente de caráter... Sabe o que é isso?
É você fazer o que é certo mesmo sabendo que não tem ninguém te vigiando... hehehe
Ao invés de transgredir, prefiro esperar e deixar pra fazer certas coisas quando for a hora, quando der tempo...
Talvez a hora não chegue, mas se assim tiver que ser, que seja...
Voltando ao aniversário, foi um dia bom, poderia ter sido melhor, mas sempre poderia ser melhor, não é mesmo?
Como sempre faço, hoje eu refleti um pouquinho sobre as conveniências:
Ultimamente eu tenho cruzado com muitas pessoas que agem por conveniência e que mesmo quando cometem um "grande ato", uma "boa ação" fica claro que o fizeram por conveniência, porque de alguma maneira tirariam algum proveito sobre tal atitude.
E depois desta reflexão eu voltei a pensar no mundo em que gostaria de viver...
É... ano que vem eu faço 31... aff...
Espero não demorar tanto pra passar por aqui de novo...
Até mais!

13 maio 2011

Abandono... Não! Argumentos em defesa própria!

Bom, faz alguns dias que não posto nada por aqui... Não é por falta de vontade ou de tema... Inspiração é o que não falta! Mas confesso que minha vida tem passado por momentos de reorganização. Estou tentando colocar algumas coisas em ordem, inclusive alguns pensamentos e idéias que muito perturbam o meu dia-a-dia.
Tenho tentado administrar melhor o meu tempo de maneira que nos meus dias de folga eu fique realmente de folga. E parece que tem dado certo! hehehe
Só que com essa organização de tempo e de atividades, o tempo de relaxar está sendo dedicado à umas atividades manuais... uma espécie de terapia ocupacional, que está servindo muito pra me relaxar... e com isso o blog tem ficado um pouco abandonado...
Mas isso é um processo temporário...
Sei que quando eu aprender direitinho e conseguir administrar o tempo da maneira como quero, vão sobrar minutos suficientes pra continuar escrevendo com a periodicidade que eu quero e que eu sentir vontade... Pois sei que essa também é uma atividade relaxante para mim.
Este tempo que eu estive ausente, refleti um pouquinho sobre algumas coisas que gostaria de comentar aqui:
Em uma cena da novela "Insensato Coração", durante uma discussão entre os personagens de "Cortês - Banqueiro Corrupto" e "Kléber - Jornalista que denucia a corrupção na economia", o jornalista afirma que tem um blog e diante desta afirmação o banqueiro faz o seguinte comentário: "- Eu pensei que blog fosse coisa para meninas adolescentes."
Este tipo de afirmação só pode ser feita por uma pessoa que desconhece o mundo dos blogs. Temos realmente um extenso universo de blogueiros que se dedicam a escrever sobre temas como moda, fofoca de famosos, horóscopos, etc, e estes são realmente muito acessados, mas existe também um grande números de blogs que tem como tema curiosidades, notícias, crônicas, informações culturais, etc.
Na vastidão do mundo dos blogs, existe tema para todos os tipos de interesses, e depois de ouvir esta afirmação feita na novela eu tive curiosidade de buscar na internet as listas dos blogs mais acessados e fiquei contente em saber que existem várias listas de blogs mais acessados e que em nenhuma delas o topo é ocupado por blogs relacionados à moda ou fofoca... Não que eu tenha algo contra quem lê ou escreve sobre este tema, respeito a opinião e a apreciação de cada um, mas tenho contra quem lê ou escreve sobre isso, pois não sou a favor da LIMITAÇÃO!
Acontece que as pessoas se limitam demais e isso faz com que uma ferramenta instrutiva e criativa como o blog tenha má fama. Antes de tecer uma crítica, leia! Existem muitos blogs com ótimos textos!
Com tanta temática a ser explorada na rede é sempre bom ler sobre diversos assuntos.
Por uns momentos confesso que me desanimo de escrever no blog pois fico pensando: pra que? por que? será que alguém se interessa? Sei lá...
Mas sempre chego à conclusão de que escrever no blog não é uma coisa que faço para os outros, e sim é uma ação para mim!
É lógico que saber que leram, ver comentários a respeito de um texto é muito bom, motivador, inspirador, mas o que me motiva a escrever não é a espectativa da leitura, e sim a sensação de liberdade da escrita! Não ligo para aqueles que acham uma banalidade ou futilidade!
Não sou interessante pra você? Isso não me torna menos interessante pra mim!
Até daqui a pouco...

04 maio 2011

Criação = VIDA!

Uma das mais inspiradoras frases, na minha opinião é a que diz o seguinte:
"Se você não encontra o sentido das coisas é porque este não se encontra, se cria", de Antoine De Saint-Exupéry, autor de O Pequeno Príncipe.
Confesso que, nos meus quase 30 anos vividos ainda não li esta obra que segundo amigos que leram é ótima, mas creio que em breve terei a oportunidade de apreciar tal leitura - e assumo que este é um compromisso que já fiz comigo. 
O fato é que apesar de esta frase ser uma das minhas inspirações, há tempos eu não refletia muito profundamente sobre o poder criativo do ser humano, o poder inventivo e a capacidade de tornar as coisas "encantadas" a partir do momento em que as vemos com olhos de criador, e não de criatura.
Isso por que, quando temos olhos de criatura, somos apenas seres submissos, sujeitos a toda e qualquer alteração ou transformação que a vida nos propuser. Não passamos de bonecos, marionetes em um grande cenário - a VIDA - e passamos o tempo todo buscando sentido em todas as situações às quais somos submetidos e expostos, nada podendo fazer contra quem nos "manipula". Não me refiro aqui a Deus e nem estou tirando dele o papel de Criador. Sim, creio em Deus e creio que ele seja o Criador-Mor, mas acredito também que ele tenha nos dado a capacidade de administrar a criação Dele e para isso nos deu o dom de criar também.
Se você observar bem, a figura do manipulador a que me refiro aqui nada mais é do que aquele que bem sabe usar sua habilidade de criar o sentido das coisas. Você entenderá melhor o que eu quero dizer daqui a pouco, pelo menos eu espero...
A partir do momento em paramos de procurar sentido naquilo que estamos vivendo e passamos a agir, a dar sentido às coisas, passamos a nos colocar como agentes das situações e dessa forma estamos utilizando nosso poder criativo, nossa capacidade de inventar e reinventar nossa vida. Deixamos de ser marionetes manipuladas e nos tornando manipuladores, ditadores das regras.
Sei que vez ou outra esmorecemos diante de algumas situações e fica bem cômodo parecer marionete, curtindo um refrão de Zeca Pagodinho "... deixa a vida me levar, vida leva eu...", de vez em quando é bom, e eu confesso que foi um momento assim que me fez esquecer um pouco o poder de reinvenção da vida e me fez deixar de lado a minha habilidade criativa, mas não é bem assim que as coisas tem que ser, não é bem assim que tem que acontecer e por isso tenho que trazer à tona novamente esta capacidade que estava cochilando dentro de mim...
Nós somos senhores da razão, somos seres pensantes, ditos "racionais" e por isso temos condições de fazer as coisas acontecerem da maneira como julgamos necessário e conveniente.
Portanto, o poder está em nossas mãos e em nossa mente!
Se agirmos de maneira negativa diante de tudo, estaremos sempre tendo resultados negativos, mas se fizermos o contrário, sentiremos a diferença que isso faz!
Faça o teste na sua vida e observe os resultados! 
Às vezes nos deparamos com pessoas que ficam pelos cantos choramingando dizendo que a vida não faz sentido, que as coisas não tem sentido...
O verdadeiro sentido das coisas está em você, é você quem faz! Procrure afastar-se das pessoas que dizem que a vida não tem sentido, pois se a vida dela não tem sentido, elas esté sem sentido!
E você sabe o que significa uma pessoa sem sentido?
Significa que ela está sem rumo!
Se ela não sabe que caminho seguir, para ela qualquer caminho serve!
E você, sabe para onde quer ir?
Então, crie o seu sentido e o sentido das coisas que estiverem no seu caminho!
Você verá que quando surgir um obstáculo ele será transposto com mais facilidade!
Ah, não se esqueça de celebrar as vitórias e conquistas, SEMPRE!
Siga em frente e seja feliz!
Até mais!

23 abril 2011

Planeje-se!

Um dia desses ouvi uma pessoa dizer que não faz planos para o futuro porque não sabe o que vai acontecer no dia de amanhã.
Achei essa fala um tanto incoerente, pois penso que talvez ela não saiba o que vai acontecer amanhã justamente pelo fato de não fazer planos para o futuro...
Somos todos seres mortais e sabemos que mais cedo ou mais tarde, de uma forma ou de outra nossas vidas serão extintas, mas essa não pode ser uma idéia fixa e não pode ser a única força que nos move na vida, pois caso seja ela só nos moverá a nada fazer. Ficaremos parados aguardando o fim chegar...
Creio que precisamos projetar o futuro, fazer planos, pois o planejamento poderá ajudar a garantir a qualidade de vida!
Sinto que quando nos falta o planejamento, quando não temos a visão de futuro, a vida nos parece banal. Olhamos as coisas com olhos habituais, com olhos de monotonia. Tudo parece sem sabor... 
Nos falta emoção, admiração!
Precisamos encarar os momentos da vida como se fossem únicos e últimos!
Aprender vivenciar cada momento com a emoção da primeira vez e com a vontade de eternizar que se sente quando você sabe que é sua última chance...
Temos que parar de criar espectativa, nos desprender das possibilidades, do "se..." que nos impede de fazer tantas coisas, temos que nos livrar da segurança do "vou ali e volto já", pois quando voltar as coisas podem ter mudado e muito, ou quem sabe eu posso nem voltar...
A vida é muito curta para querer pensar no que fazer, faça o que tiver que ser feito e faça bem feito!
O  futuro a Deus pertence, mas faça planos para o futuro, pois se Deus permitir, quem viverá esse o futuro será você!

19 abril 2011

Ação e Reação

Dizem por aí que não devemos fazer algo esperando a troca, a meu ver isso uma grande falácia.
Isso porque sempre que se faz algo a alguém espera-se um retorno, principalmente no que diz respeito ao campo sentimental.
Pensemos no âmbito dito irracional: os animais quando são acariciados nos dão respostas carinhosas, por exemplo os gatos, os cães (falo aqui dos animais domésticos e domesticados, é claro!). Até eles, que são ditos "irracionais" quando são tratados com carinhos respondem carinhosamente.
Então, porque não esperar um gesto de afeto quando demonstro afeto por alguém?
Da mesma forma deveria acontecer com outras atitudes, por exemplo, gentileza, educação, respeito, etc.
É o conceito da 3ª Lei de Newton - Lei da AÇÃO e REAÇÃO - Você age de uma maneira e espera que as pessoas reajam da mesma maneira, devolvendo-lhe a mesma atitude.
Porém, não é o que acontece na maioria das relações que se estabelecem cotidianamente. Seja no ambiente de trabalho, em casa, no trânsito, as pessoas estão sempre se destratando e na maioria das vezes justificam suas atitudes na correria, na pressa, o que não é justificativa aceitável visto que dizer palavras gentis como Bom dia!, Obrigado(a), Desculpe, ou simplesmente evitar um palavrão, não consomem tanto tempo assim e ainda podem nos gerar respostas gentis e um clima que nos garantirão boas energias para o dia, melhorar o convívio no ambiente de trabalho, em casa, onde for.
É certo que toda relação depende de mais de um ser, por isso chama-se relação - trata-se de um vínculo, uma conexão, e por isso não dá pra ser de um só ser.
Porque não manter um convívio saudável nestas relações?
Toda relação é baseada na lei da troca - AÇÃO e REAÇÃO - eu dou e você devolve - pode ser até a mesma moeda, mas tem que ter devolução e esta tem que ser na medida que você julgar conveniente.
Caso não esteja nesta medida, negocie! A melhor forma de negociação é o diálogo.
Então, porque não tratar as pessoas bem para que elas retribuam da mesma maneira?
A saúde e a longevidade do relacionamento está na base em que ele foi construído e na capacidade de diálogo das partes nele envolvidas.
O mundo seria melhor se em toda relação existisse AÇÃO e REAÇÃO com estes resultados = educação gera educação, gentileza gera gentileza...
Talvez seja uma Utopia... Quem sabe um dia...

18 abril 2011

Mensageiros...

Já dizia o ditado "Deus escreve certo por linhas tortas..."
Pois eu usaria outro ditado: Deus usa pessoas tortas pra dizer palavras certas...
Sabe porque? É que nos momentos de angústia, muitas vezes nos vemos sem direção, em busca de uma luz no fim do túnel e muitas vezes quem nos acende esta luz é a mão que menos esperamos. Sempre temos aquele amigo, confidente, que nos dá apoio nas horas difíceis e que sabe nos confortar, mas e se de repente você conta um pouquinho dos seus problemas para uma pessoa que não sabe muito sobre você e esta pessoa te surpreende falando sobre coisas que você não imaginava que ela falaria?
Como reagir? Eu, particularmente, me surpreendi muito com uma pessoa muito especial que cruzou meu caminho um dia desses.
O que ocorre é o seguinte, trabalhamos juntos mas sabemos muito pouco um do outro, certo dia, na hora de um intervalo estávamos juntos tomando um café e esta pessoa me indagou por que estava desanimada e eu, sendo monossilábica, disse por alto o que estava havendo...
Ele, sem rodeios, me disse coisas lindas sobre Deus, orações, bençãos, etc...
Fiquei um tanto surpresa porque mesmo não tendo o hábito de julgar as pessoas pela aparência, ao vê-lo não o apontaria como sendo uma pessoa adepta ou seguidora de qualquer seita ou religião.
Ele tem um ar despojado, um tanto largado, descontraído, não parece estar vinculado a nenhum dogma religioso, se é que você me entende...
Só eu sei o quanto suas palavras me soaram bem naquele dia! Me foram tão encorajadoras, confortadoras! A partir deste dia percebi que, nesses momentos de angústia, Deus coloca em nossos caminhos mensageiros, ele usa pessoas para nos dizer as palavras que nos trarão o conforto necessário. Talvez não serão as palavras que queremos escutar, mas sim palavras que nos esclarescerão, nos ajudarão a solucionar os problemas que até então nos pareciam insolúveis...
Gostaria de cultivar ao meu lado mais pessoas com tal energia!
Para pessoas como estas, os mensageiros de Deus, eu desejo muita Luz, muita vida!
Agradeço por ter cruzado meu caminho!
Vida pra você!

12 abril 2011

A vida é minha, mas a culpa é de quem?

Talvez, ao longo da sua vida, você já tenha passado por uma fase ruim, daquelas em que você acha que o Universo conspira contra você. Ou uma daquelas situações em que você acha que algo ou alguém está empacando sua vida, atrapalhando o seu progresso, ou mesmo que alguém jogou uma praga, uma "urucubaca" ou seja lá o que for, e que nada do que você faça dá certo...
É, essas coisas acontecem com todo mundo...
As fases ruins acontecem, mas elas passam...
Há uns dias eu estava refletindo sobre isso e cheguei à conclusão de que tudo é uma questão de força das palavras e da forma como lidamos com o fato.
Sabe por que?
Por que estamos habituados a sempre procurar culpados para tudo! Sempre que nos deparamos com um problema, o primeiro impulso é apontar um culpado, um "causador", mas nunca fazemos o que deveríamos, nunca procuramos uma solução.
Observe pelo seguinte ângulo: Se eu mentalizar que as coisas vão mal na minha vida e alegar que o que está acontecendo é culpa de uma terceira pessoa que está "energizando negativamente" a minha vida, eu nada poderei fazer contra isso e simplesmente continuarei afirmando que a culpa é dela! Enquanto na verdade, o que eu deveria fazer era observar o que vai mal, procurar a causa raiz do problema e procurar agir de maneira diferente, para ter um resultado diferente.
Se a minha vida vai mal, o problema é meu e é a minha ação que poderá mudá-la, não adianta ficar procurado e apontando culpados!
Nos dias em que eu estava refletindo sobre isso eu estava navegando na net e me deparei com uma mensagem do Luís Fernando Veríssimo que ilustra muito bem o que estou dizendo.
Segue a mensagem:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda"."

Talvez valha a pena refletir um pouquinho sobre a postura que assumimos diante da vida...
A vida muda quando a gente muda!

09 abril 2011

Celebrando!

Este é um fim de semana muito especial para mim!
Vou contar uma história... Uma longa história...
Em Abril do ano passado eu estava curtindo terceiro mês da minha licença maternidade até que na madrugada do dia 08 para o dia 09 (de quinta para sexta-feira), enquanto eu estava dormindo, eu tive uma forte dor de cabeça que me fez acordar.
Acordei, apertei o braço do meu marido e disse: "Ai, que dor de cabeça!" e não me lembro de mais nada... Segundo o meu marido, eu me deitei de bruços e entrei em convulsão.
Seguiu-se uma jornada... Chamaram os Bombeiros, que me levaram para uma "UAI" e de lá, após horas de embromação e depois de uma médica dizer que eu poderia ser levada para casa e ser mantida em observação, pois não havia necessidade de internação, me encaminharam para um hospital particular, já que eu tenho convênio médico.
Tudo foi facilitado por uma vizinha, que Graças a Deus é enfermeira e estava de plantão na UAI naquela noite, porque acho que se não fosse por ela, talvez eu já não estivesse aqui para narrar esta história...
Depois da liberação da UAI, chamaram então uma ambulância e me levaram para um hospital particular. Chegando lá, fui encaminhada para a sala de tomografia e após a realização do exame, identificaram um aneurisma que já estava gotejando e isso significava que precisavam tomar providências urgentemente!
Então, no dia 09/04 (sexta-feira), passei o dia todo na UTI do hospital, sendo preparada para um procedimento que poderia vir a ser realizado caso a minha família autorizasse.
Neste dia, o médico explicou aos meus familiares todo o procedimento que seria realizado e o que poderia acontecer. Hoje, todos me contam que foi uma decisão muito difícil, pois o médico deixa claro que tudo pode acontecer e faz questão de enfatizar o lado negativo, por exemplo, após uma cirurgia com tal complexidade, o paciente pode não acordar, pode acordar, mas ter sequelas motoras, na fala, na memória, etc.
Após todas as explicações, SIM, foi a resposta dada e por isso, no dia 10/04 (sábado) passei por uma longa cirurgia - duração aproximada: 10 horas.
Seguiu-se aí uma longa jornada para minha família de idas e vindas ao hospital para me visitar enquanto eu estava na UTI. Além é claro, da tensão do que poderia acontecer: será que eu acordaria? Ficaria com alguma sequela da cirurgia? - Saí da UTI no dia 21/04, logo após a retirada dos pontos da cirurgia.
Estava bem, reconhecia a todos, já tinha voltado a conversar, um pouco rouca por causa da entubação, mas a voz começava a ser ouvida... Tudo estava bem, mas eu seria mantida em observação mais uns dias (não me falavam quantos) em uma ala de isolamento do hospital.
Certo.
Momentos difíceis. Sem visitas, somente familiares, mesmo assim, todos tinham que usar proteção nas roupas, luvas, máscaras.
Desagradável.
Mas eu estava viva! Isso era o que mais importava! E eu queria muito era ver o meu bebê, mas ainda não era permitido, afinal eu estava em isolamento.
Minha mãe havia ficado responsável por ele em casa e o meu marido, que havia pego dispensa no trabalho, ficava comigo no hospital. Quando ele voltou a trabalhar, meu pai passou a me fazer compania durante o dia no hospital e meu marido vinha à noite pra dormir comigo.
Longos dias se passaram. Tudo estava indo bem, eu já estava caminhando, fazendo exercícios de fisioterapia de pé, me alimentando muito bem e até já falavam em uma possível alta, até que...
No dia 05/05, durante uma conversa com a psicóloga do hospital, eu tive uma outra dor de cabeça, semelhante à primeira. Senti a dor, falei a mesma coisa: "Ai, que dor de cabeça!" e não vi mais nada...
Quando eu acordei, adivinhe onde eu estava? Sim... Na UTI...
Tive uma sensação horrível de que estava começando tudo de novo...
Não seria possível!
Refiz exames e constataram que o surgimento de um hematoma, no lado oposto à cirurgia foi o causador deste novo episódio convulsivo. Não era motivo para pânico, mas eu seria mantida em observação na UTI durante mais uns dias. Ficar na UTI sem sedação não é nada fácil. Você presencia cada cena... Mas não vem ao caso aqui e também não vinha naquele momento. Eu só agradecia por estar viva e pedia bençãos pelas vidas que ali estavam, sejam os internados ou os que trabalhavam por eles.
Saí de lá no dia 07/05.
Depois que saí da UTI voltei para o quarto, agora já estava fora do isolamento. Era uma paciente comum, que poderia transitar livremente nos corredores durante a caminhada, poderia receber visitas, os enfermeiros não precisavam mais entrar com todos aqueles aparatos de proteção no meu quarto. Era bom me sentir uma pessoa comum de novo!
Uma coisa me apertava o coração: Eu havia me tornado mãe há pouco tempo, estava se aproximando o dia das mães e eu estava há tantos dias longe do meu filho! 29 dias vendo-o somente por fotos! Elas estavam espalhadas até nas paredes da UTI, mas nada supria a vontade de vê-lo, tocá-lo, abraçá-lo...
Como tinha saído da UTI e já não estava no isolamento, minha família comentou com o médico sobre a possibilidade de trazê-lo ao hospital no Dia das Mães para que eu pudesse vê-lo. Ele autorizou de pronto. Disse que não poderia negar tal pedido.
Não o levaram no Domingo, mas no sábado mesmo! Já que estava autorizado, que fosse logo!
A sensação daquele momento é indescritível! Ele havia crescido e engordado bastante naquele mês em que eu estive ausente! Eu não poderia pegá-lo, já que estava com soro, estava fraca, mas eu estava perto dele!
Tinha medo de que ele não se lembrasse de mim, mas ele se lembrou. Eu conversava com ele como fazia antes e ele reagia como antes, mas às vezes olhava para minha cabeça, percebendo a diferença existente entre a mamãe de antes e a mamãe de agora. É que antes da cirurgia eu estava com os cabelos compridos e naquele momento a cabeça estava quase raspada.
A semana seguinte se passou na tranquilidade. Sem contratempos. E por isso, como havia sido programado, eu recebi alta no sábado, dia 15/05.
Voltei para casa e logo estava de volta à minha vida e às minhas atividades (trabalho, casa, rotina, etc).
Hoje, exatamente um ano depois, sinto-me grata por ter passado por tudo o que passei, ter sobrevivido e não ter nenhuma sequela.
Do que aconteceu, eu não trago somente as cicatrizes. Elas são somente as marcas do que se passou. Existem também aquelas cicatrizes que ninguém vê... Isso. Tenho as cicatrizes visíveis da cirurgia, que estão discretamente cobertas pelo cabelo, mas trago também algumas cicatrizes emocionais, e estas, estão muito evidentes somente para mim e não há necessidade de espelho para que eu possa vê-las, pois as sinto a todo momento. Trata-se de uma sensibilidade com a qual ainda estou aprendendo a conviver e que sei que jamais vou conseguir fazer com que as compreendam.
Tudo o que aconteceu mudou muita coisa em minha vida, principalmente a forma como eu vejo, sinto e interpreto as coisas.
Me ensinou a pedir e a agradecer.
Mudou o meu valor de vida, de mundo, de pessoas.
E eu que achava que tinha bons costumes e valores, hoje os mudei e sei que ainda preciso melhorar e muito!
É vivendo que se aprende! Ainda bem...

08 abril 2011

Dói em nós... Mas não nele!

Impossível não comentar aqui a minha sensação sobre o ocorrido ontem no Rio de Janeiro.
Como é possível acreditar e aceitar que um cidadão possa entrar armado em uma escola pela manhã e simplesmente atirar contra os alunos que estão dentro de duas salas de aula?
Como tentar entender o que se passava na cabeça daquele cidadão e o que o fez agir de tal maneira?
Estaria ele sob o efeito de algum entorpecente ou alucinógeno?
Bom, pelas imagens e pela habilidade e agilidade demonstradas no ato cometido, ele parecia estar bem lúcido e bem seguro do que estava fazendo.
Porque cometeria este ato brutal?
Por vingança?
Vingar-se daqueles adolescentes? O que eles teriam feito a ele? Vingar-se porque? Pelo que parece não havia relação entre os adolescentes escolhidos como vítimas e o autor dos disparos. As vítimas foram escolhidas aleatoriamente.
Estaria o autor sofrendo demais e a atitude foi um ímpeto de descontrole emocional?
Não... Está claro que foi tudo previamente planejado e nehum sofrimento pelo qual o autor estivesse passando justificaria a brutalidade do crime cometido. Porque? Porque sabe-se que ele era adotivo, que sofrera perdas de entes queridos recentemente, mas esta era uma carga de sofrimento dele! Este era o SEU sofrimento!
Enquanto poderia procurar ajuda para aliviar a dor de seu sofrimento, ele simplesmente provocou o sofrimento em inúmeras outras pessoas e colocou um ponto final em muitas histórias que estavam apenas no começo.
Isso gerou alívio a ele? Melhorou a vida dele? Ele deixou de sofrer gerando o sofrimento dos outros?
Nós não sabemos e não saberemos... Nem ele!
Afinal, para o forte a melhor forma de eliminar a dor é a superação, a cura!
Mas para o fraco, a melhor forma para elimiar a dor é a auto-eliminação...

06 abril 2011

Eu avisei...

É... Eu tinha avisado ontem que uma hora ou outra ia estar tudo diferente por aqui... Eu só não esperava que seria tão rápido nem que fosse TUDO TÃO diferente!!! hahaha
Explico o motivo das mudanças:
Vou começar explicando a mudança do Template: quando optei por aquele template, foi pela sobriedade e na verdade foi esse mesmo motivo que me fez desistir dele. Dei preferência a uma temática mais feminina, mais doce, mais romântica e que expresse melhor a essência das minhas emoções.
Além disso, estava achando tudo muito formatado, encaixotado - o lance de ter os 4 temas (Atos, Fatos, Relatos e Devaneios) estava delimitando a temática do que eu ia escrever e muitas vezes, já na hora de escrever eu me via tentando encaixar o texto em uma das páginas e não conseguia, por isso resolvi eliminá-las. O título do Blog continua sendo o mesmo, pois estas palavras continuam resumindo com perfeição o conteúdo postado no Blog, mas não haverá delimitação de páginas. O conteúdo será descrito na página inicial, o que o torna de mais fácil acesso.
Bom, as mudanças foram muitas, mas eu, particularmente estou mais satisfeita com o resultado final.
Continue sentindo-se bem-vindo!

05 abril 2011

Justificando o injustificável...

Hoje mesmo coloquei na página inicial do blog um post justificando a minha ausência aqui...
É, o que ocorre é que eu e o meu filho temos, há umas duas ou três semanas revezado numa maré de doenças que tá bem difícil de entender, explicar e curar... Tudo começou com uma gripe muito forte que me pegou, depois foi uma bronquite que o atacou e agora uma virose me abateu e enfraqueceu de vez...
Mas já estou me sentindo melhor e amanhã eu volto a trabalhar. Tomara que esta seja a última da lista e que eu possa reassumir a minha função com a energia com a qual eu comecei, por que de uns tempos pra cá tenho fraquejado e demonstrado ser uma Carolina que na verdade não sou.
Mais um motivo que me fez me afastar do blog é que, como eu já imaginava, depois que construí o blog eu não parei de bisbilhotar nos layouts que existem por aí e, embora possa ser cedo, já estou desgostando do layout do meu blog. Mas não perdi a vontade de escrever e isso significa que o blog continuará existindo. O que pode acontecer é que de repente tudo pode mudar por aqui, pois a minha vontade tem sido mudar tudo por aqui, desde o template até a disposição dos elementos da página, mas não tenho tido muito tempo pra começar tudo de novo... toda aquela saga de escolher template, fonte, etc...
De repente, numa madrugada em que a insônia atacar, estarei eu aqui fazendo estas escolhas e aí veremos o resultado final... Enquanto isso não acontece, continuarei escrevendo neste aqui e fazendo algumas alterações aqui ou ali...

Ausência

Estou ausente do Blog pois tenho tido alguns problemas ora relacionados à minha saúde e ora relacionados à saúde do meu filho.
Assim que possível estarei de volta com algumas novidades!
Tomara que as coisas não demorem a voltar à normalidade!
Até breve!

29 março 2011

Valorize o Bom e Compartilhe-o!

Melancolia, tristeza, dor.
Tem coisas que não são explicáveis.
Não são visíveis.
São apenas sensíveis.

Medo, carências, frustrações.
Tem coisas que não são domáveis.
Não são visíveis.
São apenas sensíveis.

Alegria, desejo, amor.
Tem coisas que não são controláveis.
São visíveis, sensíveis e divisíveis!
Compartilhe!


Carolina Ruvieri Silva

28 março 2011

Se você quer um resultado diferente, faça algo diferente!

Esta tarde, eu estava retornado do trabalho para casa e presenciei uma cena muito comum aos olhos de quem utiliza o transporte público.
Imagine a cena: quase 17:30, horário de superlotação em todas as linhas de ônibus que trafegam pela cidade. Já no Terminal Central (local de trânsito de milhares de pessoas neste horário) comecei a observar um rapaz que, falando ao telefone, preferiu sentar-se ao ficar na fila, junto aos demais passageiros que esperavam o ônibus. Observava a atitude do rapaz, dos demais passageiros e ficava pensando: "quando o ônibus chegar, ele rapidamente se desloca dali até aqui e entra na frente das inúmeras pessoas que aqui estão a esperar de pé..." Isso estava óbvio, acontece todos os dias!
E adivinhem? Dito e feito!
Entrei no ônibus. Ele, entrou na minha frente, é claro! Não tinha condições de medir forças com ele, nem era esta a minha intenção ou pretenção.
Acontece que sentamos lado a lado e ele passou a viagem inteira conversando ao telefone. Não darei detalhes da conversa, mas todos que estavam ao redor sabem muito bem do que se trata (desagradável e desnecessário).
Eu observava as pessoas ao meu redor, todas olhando na direção dele, que se comportava como se estivesse na sala da casa dele, fazer o quê, né?
Mas o objetivo deste post não é criticar um sujeito que se comporta assim dentro do ônibus, e sim o comportamento de várias outras pessoas que ali estavam.
Acontece que logo à minha frente estava uma mocinha segurando uma sacola que parecia um pouco pesada e logo ao sair do Terminal, questionei se ela queria que eu a levasse.
Ela pensou um pouquinho e aceitou. As pessoas estão desacostumadas a serem ajudadas e quando alguém oferece ajuda, você percebe nos olhos delas a desconfiança, uma interrogação interior: "entrego ou não?". Isso não deveria acontecer. Ela me entregou a sacola e agradeceu.
Continuei observando as pessoas e logo mais à minha esquerda, havia uma outra moça, voltando da faculdade com uma bolsa enorme pendurada no ombro direito e dois livros de cerca de umas 600 páginas cada um, mas ela estava tentando ler um deles e se equilibrar no ônibus ao mesmo tempo, então continuei somente observando.
Logo ela percebeu que seria impossível conseguir fazer as duas coisas ao mesmo tempo e fechou o livro. Dei um tempo. Fiquei observando as tentativas de carregar os livros e se segurar. Era uma lástima! Ela estava bem à frente do rapaz que continuava falando ao telefone e que estava simplesmente ignorando tudo que estava ao redor dele. Ao lado dela estava sentado um outro rapaz que passou parte da viagem com a cabeça voltada para fora, como se estivesse evitando a situação de ter que ceder o lugar o ajudar alguém (desagradável e desnecessário).
Então, ofereci-me para transportar os livros dela. Ela abriu um sorriso e disse: Nossa! Obrigada!
Achei interessante a reação dela... Ela passou a viagem inteira olhando na minha direção com olhos de agradecimento como se eu tivesse aliviado o peso da viagem dela. E foi isso mesmo que eu fiz.
Por que é tão fácil reclamar de tudo e criticar as atitudes das pessoas quando na verdade estamos sempre dispostos a cometer as mesmas falhas?
Tenho certeza que qualquer uma daquelas pessoas que estivesse na situação daquela moça estaria, em seus pensamentos, criticando aqueles que estavam sentados e indispostos ajudar. Porque somos assim?
A coisa só se torna um problema quando está acontecendo conosco? Onde está a EMPATIA*?
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=empatia
Se queremos viver em um mundo melhor, cabe a nós mudar o mundo em que vivemos!
A mudança tem que começar em nós e então exteriorizamos e contagiamos as pessoas a cometermos as mesmas atitudes! É uma espécie de Corrente do Bem!
O mais contraditório desta história é que esta moça que transportava os livros da faculdade estava usando uma camiseta que traz o slogan da campanha do Trote Social da UFU que tem a seguinte logomarca:




Consciência e Solidariedade...
Infelizmente o discurso ainda não condiz com as atitudes das pessoas, mas quem sabe um dia, não e mesmo?

*Leia mais sobre Empatia na seção Mais do Tema...

Continuação: Complicada sim, mas longe de ser perfeitinha...

Bom, estou de volta hoje para contar o motivo que me levou ao psiquiatra este ano...
Em 2010, meu ano foi repleto de novidades... Uma delas foi a MATERNIDADE!!
Um momento abençoado, muito esperado e desejado! É normal que a mulher, após ser agraciada com o nascimento de um filho torne-se um tanto mais sensível e este é um dos motivos que me fez procurar tratamento.
No passado, eu conseguia manter maior controle da situação, conseguia aguardar o momento exato para "desabar", conseguia disfarçar o que estava acontecendo, as pessoas sequer percebiam que algo estava "estranho" em mim... Quando eu estava na fase ruim (é assim que eu costumo chamar a fase depressiva ou de tristeza aguda), eu, na maioria das vezes, conseguia esperar chegar em casa pra "cair no choro" e de uns tempos pra cá, perdi um pouco este controle e passou a ser assim: deu vontade chorar, choro onde estiver... aí num rola, né? a coisa foi ficando meio constrangedora...
Aí você pensa, mas o que a Maternidade tem a ver com isso? O que acontece é que creio que uma das coisas que me fez ficar um pouco mais sensível e perder o controle do choro foi a Maternidade.
Mas foi na verdade o meu filho que me incentivou a procurar tratamento...
Meu filho tem hoje 1 ano e 2 meses, e certo dia (na época ele tinha menos de um ano - eu acho, mas já tinha desenvolvido o dom da observação que, modéstia à parte, herdou da mãe... hehehe) eu estava no meio de uma crise e ao chegar em casa, aos prantos, ele ficou me observando. Ao pegá-lo no colo, ele continuou me observando e colocou os dedinhos nas lágrimas que escorriam...
Aí me peguei vislumbrando um futuro que não estaria muito distante: Imagina quando chegar aquela fase do "por quê?", pela qual todas as crianças passam?
Quando um Bipolar está em crise, não adianta ficar perguntando o que ele está sentindo, porque está chorando, o que ele tem, porque todas estas perguntas ficarão sem resposta mesmo!!
E aí, quando ele estiver nesta fase, o que vou falar? O que vou explicar?
Foi então que eu resolvi procurar tratamento...
E vou te falar uma coisa, venci uma grande barreira, porque sempre tive resistência a tomar qualquer tipo de medicação para este problema, porém durante o tempo que tomei a medicação, confesso que me senti muito bem.
Dei uma pausa no medicamento, negligentemente, sem comunicar à psiquiatra, pois tive problemas relacionados ao orçamento...
Mas me comprometi comigo que assim que virar o mês eu, que já estou com uma receita na carteira, vou à farmácia, pois o tratamento melhorou a minha qualidade de vida!
Talvez eu volte a falar disso depois...

27 março 2011

Complicada sim, mas longe de ser perfeitinha!

Já dizia uma música da extinta banda Raimundos "Complicada e perfeitinha, você apareceu, era tudo o que (...) Mulher de Fases!!". É, eu sou assim... Não é por capricho! Quem diria que eu, saída de uma semana cheia de cansaço, desânimo, insatisfação, choro, que passei a noite em claro pois tive uma insônia proveniente de efeito colateral medicamentoso estaria agora, quase 01:30, numa energia, ouvindo música, sem nenhuma irritação nem com a tosse que às vezes provoca náusea e tira o fôlego... afff... Mas eu num tô nem aí pra ela...
Isso tem explicação científica!
Sabe qual é?
Sou BIPOLAR*!
Sofro do Transtorno Bipolar do Humor (existem outros nomes para o problema).
É um problema com diversas características, sintomas e pode se manifestar de diversas maneiras, por isso é de difícil diagnóstico.
Sou Bipolar! Essa é uma afirmação que até pouco tempo atrás me deixava constrangida, não que eu me orgulhe disso nos dias de hoje, mas é que hoje eu falo mais abertamente sobre o assunto.
Fui "psiquiatricamente" diagnosticada em 2003, mas sentia desde o começo da adolescência que algo de diferente acontecia comigo, já que com bastante frequência eu tinha umas crises inexplicáveis de tristeza sem motivo aparente.
Sempre soube lidar muito bem com o problema, pois sabia identificar os sintomas do começo da crise de tristeza e sabia que do mesmo jeito que vinha, ia embora, então era só aguardar... Nada melhor do que um dia após o outro... Desde o diagnóstico em 2003 sempre apresentei muita resistência em assumir que era bipolar e tomar qualquer tipo de medicamento ou fazer terapia, pois o que eu lia sobre a Bipolaridade de forma geral é que as pessoas são infelizes, vivem à base de medicamentos e têm tendências suicidas. Jamais queria me encaixar em um perfil assim, sendo que já havia vivido tantos anos "numa boa" em harmonia com o problema.
Desde 2003 eu nunca mais retornara a um consultório de psiquiatria...
Este ano eu resolvi voltar...
Porque?
Te conto depois...
*Leia sobre Transtorno Bipolar do Humor na seção Mais do Tema...

25 março 2011

Faça o que eu digo e não o que eu faço...

Por que será que é tão fácil dar conselhos às pessoas, tentar ajudá-las a resolver suas situações "difíceis", mas quando nos vemos na mesma situação nos tornamos cegos, surdos e mudos para tudo aquilo que "aconselhamos" talvez há minutos atrás? Parece que quando acontece conosco tudo se torna diferente, o problema se torna bem maior do que com o outro. Talvez o que com o outro era um probleminha simples, agora que é comigo tornou-se um problema insolúvel! Simplesmente não sabemos o que fazer, nem por onde começar!
Quando é com o outro, basta que ele nos chegue e reclame que já temos logo a solução de pronto, na ponta da língua, parece que temos graduação, mestrado, doutorado no assunto, mas quando é conosco a coisa muda de figura e talvez um título "analfabeto funcional" ou quem sabe um "diplominha em burrologia" é a única coisa que nos resta...
Não vou entrar no mérito da questão por que trataria de detalhes que não cabem aqui, mas é apenas um desabafo que traz um pouquinho de reflexão para quem às vezes pensa demais nos problemas dos outros e não se dá conta da dimensão dos próprios problemas.
Certa vez eu recebi por e-mail no trabalho uma frase interessantíssima que se encaixa perfeitamente neste tema, segue:
"Se você tenta controlar aquilo que não lhe pertence, perde o que lhe pertence."
Harriet Rubin - em A Princesa - Maquiavel para Mulheres
Pense nisso, por que eu estou pensando já faz um tempinho...

24 março 2011

Apresentação do Blog

Olá!!
Sei que faz alguns dias que o blog está no ar, mas eu tenho feito muitas alterações nele. Confesso que sou blogueira de 1ª viagem, como já deve ter dado pra perceber, e estou um pouquinho empolgada com a possibilidade de futricar e mudar as coisas de lugar à minha vontade... Já percebi que nem sempre as coisas ficam no lugar que a gente queria que ficassem e às vezes demora um tempinho pra que elas voltem a ser como eram antes, mas eu chego lá...
Esse post é só pra explicar melhor como vão ser dispostos os post's aqui, pelo menos até 2ª ordem:
Na barra aqui de cima estão as 4 páginas que dividirão os assuntos do blog:
Atos - normalmente tratarão de temas que discutirão tomadas de atitudes, talvez poderão tratar de algumas atitudes que eu mesma tomei, bem como o impacto e a transformação causada por esta tomada de atitude.
Fatos - Tratará de fatos cotidianos que tornam-se facilmente tema de discussão.
Relatos - Aqui eu relatarei algumas histórias que se passam e se passaram na minha vida. Experiências e vivências pelas quais eu passo e passei e contarei um pouquinho do que aprendo a cada dia com cada uma dessas vivências.
Devaneios - Esta é uma página totalmente pessoal na qual postarei minhas inspirações poéticas, crônicas, etc, ou textos que a mim representam grande importância emocional ou sentimental, como a letra de uma música ou uma frase inspiradora. Nesta página libertarei o imaginário!
Em todas estas páginas eu estarei, seja como personagem da história que está sendo contada, seja como simples narradora.
Espero que você goste de tudo o que encontrar!
Seja bem-vindo e sinta-se à vontade!

23 março 2011

Blogueira de 1ª... mas é de 1ª viagem!

Estive fazendo algumas alterações no blog.
Fiz, visualizei, não estava bom, refiz e visualizei... este processo se repetiu diversas vezes até que pensei que tudo estivesse "perfeito".
Publiquei as postagens nas suas devidas páginas e deletei-as de seus lugares de origem.
Tudo estava realmente "perfeito" até que no dia seguinte, ao acessar o blog vislumbrei o seguinte fato: a página onde deveria constar dois post's existia apenas um... O que significava aquilo? Significava que eu jamais deveria apagar o post, como havia feito no dia anterior, e sim, deveria sempre escrever um post sobre o outro, como faço agora...
Coisas que só se aprende fazendo...
Isso só me faz chegar a uma conclusão de um conceito que na verdade eu já tinha como lição de vida: a perfeição é uma meta inantigível, inalcançável, mas tem como ponto positivo o aperfeiçoamento, ou seja, a meta é tornar tudo cada vez melhor!
O tal do Blog dá mesmo uma canseira danada... Acho que nunca vou chegar a um denominador comum sobre onde ficará o que nesse blog... hehehe
Mas mudança é sempre bom, lembre-se que eu mesma já me descrevi aqui como sendo eu mesma, mas nunca a mesma... Em breve você entenderá melhor o porque disso!
Tchauzinho!
Até mais!


Obs: Leia mais sobre Perfeccionismo na seção Mais do tema...

21 março 2011

Ser mãe...

Ser mãe é padecer no paraíso!
É... Bem dizia o ditado antigo...
Ser mãe é uma decisão que tem que ser tomada com muita sabedoria. Ter um filho não brincadeira de criança, não é como fazíamos, eu e minhas irmãs em uma tarde inocente com nossas bonecas quando levávamos nossas filhinhas ao médico porque estavam "dodói"...
Ao dar uma volta nas ruas da cidade vemos por aí várias jovens gestantes ou talvez já com suas "crias" no colo e sempre fiquei pensando se elas têm real consciência desta decisão que tomaram em suas vidas - se é que esta foi uma decisão tomada ou se a vida tomou a decisão por elas.
Por que estou escrevendo sobre isso? Você que me lê vai entender agora...
Tenho um filho de 1 ano e 2 meses e ele nunca havia ficado doente. De uns dias pra cá ele pegou um resfriado que progrediu e agora está com uma inflamação nos brônquios (não vou entrar aqui em detalhes técnicos sobre o problema). Ele tosse muito, teve febre, está com muita secreção (e como toda criança, não consegue colocar tudo pra fora). Diante do quadro, levei-o ao pediatra e ele terá que ficar durante uma semana fazendo uso de antibióticos.
Confesso que sou uma pessoa que aprendeu a ser muito chorona, mas em tudo que se refere ao meu filho pareço uma "manteiga derretida" - como descrevem alguns e vê-lo na situação em que ele está é muito triste. A situação se complica principalmente na hora de dormir. O médico já havia me explicado que neste momento, quando estamos deitados, é quando a secreção fica parada no peito e é quando temos mais ataques de tosse, mas vê-lo chorando tentando dormir e não conseguindo por causa das crises de tosse, é de dar pânico. Que mãe teria uma noite tranquila vendo seu filho passando por momentos assim? Agora eu sei o que meus pais passaram no meu passado...
Aqui eu descrevo a sensação de ser mãe:
=> Olhar para o seu filho e querer sugar tudo de ruim que tem nele pra você, pois mesmo que você esteja um caco, você sempre acha que pode carregar mais um pouquinho de peso, desde que seja para aliviar a dor dele.
=> Olhar para o seu filho brincando e querer que aquele momento nunca acabe.
=> Depois de um dia estressante, pegar o seu filho no colo, sentir seu abraço inocente e de repente esquecer de tudo que aconteceu o dia todo.
Pois é, ser mãe envolve muita coisa: paciência, sabedoria, tempo, dinheiro, mas acima de tudo, envolve amor, e é uma forma de amor puro e tão intenso que eu tenho certeza que não cabe mais no meu peito e prova disso é que já está transbordando pelos olhos em forma de lágrimas quando olho para o meu filho!
Minha dádiva! Meu presente!




Ser mãe para mim, não é PADECER no paraíso.
Ser mãe tem lá suas dificuldades, mas para mim, a frase correta é, na verdade, ser mãe é PARECER no paraíso!

18 março 2011

Oração da Serenidade

17 março 2011

Independência ou Autonomia

A intenção aqui é listar as vantagens e desvantagens da independência da mulher e quais foram as consequências de ela ter conquistado seu espaço no mercado de trabalho e conseguido alcançar a tão almejada igualdade perante o sexo oposto.
Primeiramente, não podemos deixar de comentar que o poder aquisitivo das famílias aumentou bastante a partir do momento que a mulher passou a exercer uma função fora de sua casa, trabalhando fora de casa, porém considero grandes os prejuízos para a família com essa "ausência" da matriarca.
Vou começar falando dos filhos, que antes passavam a 1ª infância juntamente com a mãe em seu lar, adquirindo a educação básica, aquela entitulada "que vem de berço". Com o advento da saída da mãe para o trabalho, esses filhos passaram a ser levados para as escolas, berçários, maternais (seja lá qual for o nome dado em sua região). Isso fez com que a escola fosse obrigada a assumir um papel que não é dela e a famíla se eximisse de um papel que é dela. As crianças assim, ficaram com a 1ª infância com a educação deficiente e ninguém quer assumir a culpa disso.
Em segundo lugar, precisamos comentar que essa independência da mulher proporcionou a elas uma liberdade nos relacionamentos, já que no passado, elas se viam presas no casamento, visto que viviam "às custas" do parceiro que era o provedor da casa e deles ela dependia até para a compra de itens de consumo pessoal.
Em contra partida, isso veio gerar uma crise conjugal na sociedade, pois o casamento, que antes era uma instituição sólida e concreta, que durava 50, 60 anos, ou seja, "até que a morte nos separe..." hoje é uma instituição considerada falida, já que entende-se que a maioria daquelas mulheres era refém de um casamento de fachada e que na verdade viviam infelizes e solitárias fechadas em um mundinho onde tudo poderia ser perfeito, mas na verdade não era.
Hoje, temos mulheres que entram e saem dos relacionamentos de cabeça erguida, e que por causa de seus trabalhos tem condições de arcar com o sustento de seus filhos, que tem sua casa própria, seu carro, ou seja, coisa que antes normalmente perteciam ao homem e que no ato da separação, a mulher teria que recorrer à justiça para obter sua parcela dos bens que ajudara a conquistar, e que na maioria das vezes sairia da situação injustiçada, humilhada, sentindo-se ultrajada.
É sim motivo de orgulho termos conseguido tamanho espaço e tamanha independência e autonomia com relação ao universo masculino e talvez esse poderia ser um motivo forte para que eles se tornassem nossos aliados e parceiros na realização de algumas tarefas no dia-a-dia doméstico, porém vejo que a insistência em permanecer com o comportamento retrógrado do século passado permanece, ou seja, se a mulher conquitou tamanha autonomia, mérito dela, então ela que trabalhe o dia todo fora de casa e que chegue e vá para o fogão fazer a janta e para a lavanderia cuidar da roupa que tem a lavar, sem contar com o acompanhamento dos filhos, que se faz tão necessário dia após dia, e que normalmente fica sob responsabilidade delas...
O homem, com seu comportamento retrô, poderá, após um dia de trabalho, chegar em casa, tomar um banho relaxante, deitar-se no sofá e assistir sua programação favorita na TV enquanto o jantar fica pronto.
São os tempos modernos... Mas tudo já mudou tantas vezes, quem sabe uma nova mudança não está próxima, não é mesmo?

16 março 2011

Blog de Papel... Isso existe?

Não, é claro que não...
Diante de tanta inovação, creio que não exista.
Creio que eu esteja entendendo agora porque tantos blogs fracassam.
O motivo real não é a falta de assunto, pelo menos não para todos, mas sim a falta de tempo para escrever.
Eu, que me vi tão feliz por postar o meu primeiro "Oi" aqui no blog no dia 9, só agora, uma semana depois, estou tendo um tempinho para postar mais alguma coisa.
Confesso que tive ontem uns 5 minutinhos livres, mas não estava diante do computador e por isso comecei a rascunhar algumas palavras em um caderno pensando no blog (daí vem o título do post), mas não vi muito sentido nisso, pois seria trabalho dobrado já que depois teria que digitar tudo aqui.
A escassez de tempo acontece não é à toa...
Lembra que eu, na minha descrição aí do lado me sintetizei da seguinte forma: "pessoa de muitas fases e diversas facetas...", pois é... esqueci de mencionar um detalhe: um "F" de "FUNÇÕES":
- sou mãe;
- esposa;
- dona de casa (e tudo que a função traz consigo);
- e ainda trabalho em uma empresa de 08:00 às 17:00.
Pensa que é moleza?
O meu dia tem o mesmo tanto de horas que o seu...
Não é fácil não!
Tudo isso reflete um grande caos que resume a vida de grande parte da população, principalmente feminina, sabe porque?
Por que a maioria das mulheres é multifuncional!
A explicação para isso é histórica, já que ao longo dos anos as mulheres batalharam buscando sua independência e seu espaço.
Em alguns casos o fardo da jornada é mais pesado, pois a mulher carrega sozinha o peso destas várias funções. Em outros, ocorre uma distribuição de funções entre as partes envolvidas, o que torna a carga um pouco mais leve para ambos.
Aí vai uma dica de quem já vivenciou o problema:
* A idéia é sempre propor a distribuição das tarefas, de preferência com rodízio na execução das atividades e não deixar as coisas se acumularem, para que a rotina torne-se mais prazeroza e menos desgastante.
Espero não demorar tanto para voltar com um novo assunto e quem sabe com mais algumas dicas.
Até breve!

* Obs: O texto em destaque remete ao artigo exposto na seção: Mais do Tema, que está discorrendo sobre o Feminismo.

Aproveite e participe da Enquete que trata do mesmo tema!

09 março 2011

Olá

Nossa!
Finalmente escrevo o meu primeiro "Oi"!!
Quando tomei a decisão de criar um blog pensei que fosse simplesmente criar um nome, criar uma página e começar a escrever, escrever e escrever...
Na minha cabeça, minhas principais dificuldades seriam: ter criatividade para criar um nome legal e que não fugisse ao tema do assunto do blog e ter assunto para escrever com frequencia, de maneira que não escrevesse um dia e depois nunca mais voltasse a acessar aquela página, coisa que eu imagino que aconteça com bastante frequência com bastante "blogueiros". Hahaha... Mal sabia eu a fria na qual eu estava me metendo... A mais difícil missão foi criar a página... Credo!! Que missão!!
Confesso que por diversas vezes eu me deparei com a tal da "desistência", mas como ela não costuma me vencer nos demais âmbitos da minha vida, aqui também não permiti que o fizesse.
A etapa mais demorada de todas foi o tal do TEMPLATE.
O quão difícil é escolher um papel de parede que se enquadre no que eu quero tratar aqui...
E eu que sempre pensei que se um dia fosse criar um blog, não ia escrever sobre o quão difícil é começar a fazê-lo, por que isso é muito lugar comum...
Impossível não recorrer a esse mesmo assunto logo no início, por que sabe-se que mais cedo ou mais tarde, independente da temática do blog, daria-se um jeito de tratar deste assunto, pelo menos em um dedo de prosa.
Depois da escolha do template, veio a definição da fonte, o tamanho e a difícil missão de escolher o layout e a dificuldade de fazer com que as coisas ficassem em seus devidos lugares e seus devidos tamanhos. Finalmente acho que tudo está como deveria e finalmente consigo escrever o primeiro post.
Mas tudo foi muito difícil sabe porquê?? Porque envolve criação. O processo criativo, seja lá pra criar o que envolve sacrifício, transpiração, inspiração e acima de tudo determinação. Mas como eu mesma disse um logo acima, desistir jamais!
Desejo que quem vier seja muito bem-vindo ao meu blog e tomara que tenhamos assunto para muitos e muitos dias...
Até breve!